Dino expo




JÁ ABRIU

A DINOEXPO "DINOSSÁURIOS INVADEM O GEOPRAK NATURTEJO"
A maior exposição itinerante do mundo sobre Dinossáurios, alguma vez reunida, já se encontra patente no Centro de Exposições do NERCAB, em Castelo Branco, Portugal, a partir de 27 de Março até 30 de Outubro.
Esqueletos, crânios de dinossáurios, ovos, ninhos e ovos com embriões, garras e dentes são algumas das dinocuriosidades que poderão ser exploradas durante a DinoExpo a qual é promovida pela empresa holandesa Creatures & Features em parceria com o Geopark Naturtejo.

VENHA FAZER UMA VIAGEM AO PASSADO

www.dinoexpo.com.pt

Festa!!

Blissful apresenta:
Blissful Revolution @ Bar Aberto @ Grou



Dia 01 de Maio de 2010

.: Live´s :.

OUTER SIGNAL http://www.myspace.com/outersignal
(3D Vision - Israel)

COLD TURKEY http://www.myspace.com/coldturkeypsy
1st Time in Portugal (Frozen Ghost vs Ironstein)
(Disasterpeace - South Africa)

IRONSTEIN http://www.myspace.com/psyironstein
1st Time in Portugal
(Disasterpeace - South Africa)

ATRIOHM http://www.myspace.com/atriohm
(Parvati - Macedonia)

ORCA http://www.myspace.com/alonorca
(Doof - Israel)

ANKUR http://www.myspace.com/25ankur
1st Time in Portugal
(Seres Music - Germany)

A-MUSH http://www.myspace.com/amushondarkfullon
(Blissful * 3D Vision * Crystal Matrix - Portugal)

MYRAH http://www.myspace.com/myraahh
(Namaha * Psyart - Portugal)


.: Dj´s :.

MeTTaPaX http://www.myspace.com/0mettapax
(Blissful * Nutek * MMD)

ANESTETIC http://www.myspace.com/anesteticdj
(Blissful * Timecode)

MYZO http://www.myspace.com/djanemyzooo
(Blissful * Fullmoon)

MAD8 http://www.myspace.com/madeight
(Blissful - Portugal)

CYCLOPS http://www.myspace.com/dj_cyclops
(Blissful)


Concebido por
www.psypartys.com

PANTHA DU PRINCE

De nome Hendrik Weber este amante da pesca e filosofia dá-se a conhecer como Pantha Du Prince, corria o ano de 2002, através da germânica Dial. Influenciado pelo techno de Detroit, acid house, ou mesmo pela pop mais suja de nomes como My Bloody Valentine e Slowdive, Pantha Du Prince vinha-se a revelar ao 1º álbum, “Diamond Daze” (2004), construção meticulosa, onde o austero convive com a delicadeza, o sinistro com a emotividade.

3 anos se seguiram, com a edição de 2 Ep’s e remisturas para nomes como Depeche Mode, Animal Collective ou Phantom/Ghost, até ao 2º Lp, “This Bliss”. Inspirado no minimalismo esotérico de Wim Mertens e com uma identidade já muito vincada, Du Prince dá continuidade a um trabalho assente numa sonoridade marcada pelo requinte melódico e riqueza do seu minimal techno. Sem surpresa, publicações como a Spex e Groove consideraram “This Bliss” melhor álbum do respectivo mês.

“Black Noise”, editado este ano pela Rough Trade, é até á data um dos registos mais interessantes no seio da música electrónica. Com contribuições de Noah Lennox aka Panda Bear, e Tyler Pope (!!! e LCD Soundsystem), “Black Noise” eleva Pantha Du Prince a um estatuto ocupado por artistas como Villalobos ou Isolee, trabalhando com delicadeza e astúcia os princípios do techno e house, e conquistando um maior espectro de ouvintes.

Consta que ao vivo Pantha Du Prince surge como um pintor, utiliza batidas e sons para dar cor e brilho á sua obra, proporcionando momentos de prazer que libertam a imaginação numa viagem hipnótica sem destino marcado. Cá esperamos para ver.

Quinta, 25 de Março @ LUX, Lisboa - PANTHA DU PRINCE (live às 0h00) + EXPANDER (dj) | BILHETES: 10 EUR pré venda | 12 EUR no dia.

Sexta, 26 de Março @ VIA LATINA, Coimbra - PANTHA DU PRINCE (live) + HEDONIC 2 (dj+mc) | BILHETES: 9 EUR pré venda | 12 EUR no dia.

Sábado, 27 de Março @ TEATRO SÁ DA BANDEIRA - MICHAEL MAYER (dj) + PANTHA DU PRINCE (live) + EXPANDER (dj) + FRESHKITOS (dj) | BILHETES: 12.5 EUR pré venda | 15 EUR no dia

A SEGUNDA PELE

Transcrito de ''De Rerum Natura''.
Da crónica do médico psiquiatra José Luís Pio de Abreu in "Destak":

Todos temos uma segunda pele por cima da nossa. Está na roupa que usamos, nos símbolos que ostentamos, no nome que temos e nos títulos que o precedem, nos cheiros e cores que nos enfeitam, nas perfurações e plásticas com que moldamos a pele ou o corpo que a natureza nos deu. É idealizada e construída por nós e por quem nos é próximo. É aquilo que nos representa e nos apresenta aos outros. É a nossa identidade.

É pela identidade que vivemos. É ela que nos liga aos nossos próximos e aos vários colectivos a que pertencemos. É ela que liga cada pessoa ao seu passado e lhe dá coerência. É também ela que viaja para o futuro onde encontra a esperança ou o desespero. Por isso, condiciona tudo o que fazemos. É ela que faz de nós pessoas e que nos torna humanos.

A identidade é tão óbvia que só pensamos nela quando se avaria. Às vezes idealiza-se tanto que se desliga do passado e nada tem a ver connosco. Outras vezes desdobra-se em várias ou usa a pele de outra pessoa, viva ou morta. Às vezes, pura e simplesmente, desaparece. São patologias que enchem os consultórios psiquiátricos e o espectáculo das seitas religiosas.

Com ou sem patologia, a identidade está em crise no mundo ocidental. O choque de culturas, a dissolução dos colectivos, o peso do presente e o temor do futuro fazem com que a segunda pele fique descomposta. Ficamos bizarros uns para os outros, excepto quando temos de nos entender no trabalho. Resta-nos então a identidade profissional. Por isso, já não lutamos por ideais: lutamos pela nossa corporação.

psytrance!



Psytrance é muitas vezes visto como um fenómeno novo. Como a criação original de nossa era particular, mas, em um olhar mais atento, muitas são as ressonâncias que podemos identificar com os acontecimentos e situações, revelando aos nossos olhos a visão fascinante da história como uma série de recorrentes ciclos ...
Nas últimas décadas temos assistido ao nascimento do movimento psytrance (e da cultura da música electrónica em geral), que agora é um fenómeno que envolve dezenas de milhares de pessoas de todo o mundo. Essa emergência bem-sucedida é o resultado de características específicas que fazem este movimento cultural particular "adequado" para satisfazer as necessidades do contexto sociopolítico e histórico que estamos a viver.

creation...



ao filme Creation, que apresenta a história de Darwin e de como escreveu seu livro A Origem das Espécies. O filme mostra o drama familiar da perda de sua filha Annie e o relacionamento de suas teorias com a fé de sua afetuosa e amada esposa Emma. Apresento a seguir minha apreciação e opinião sobre o filme:

O título do filme: Por que Creation se não trata sobre criacionismo? Seria muito mais adequado Evolução ou a A história do livro de Darwin, mas tudo bem, vamos considerar seu conteúdo.

A emoção do filme é conduzida para que o espectador conclua que a injustiça é razão suficiente para abandonar a esperança da fé. Todos os que já perderam alguém, todos os que já temeram perder alguém são levados pela empatia a se identificarem com o sofrimento e a revolta de Darwin. O cinema é um instrumento poderoso para popularizar ideias e é isso o que esse filme faz. Sem apelo científico algum, o filme está longe de ser um documentário, sendo muito mais um apelo aos sentimentos de revolta, bem naturais dentro de cada um de nós!

O que somos sem a esperança? O que restou a Darwin sem a esperança? Alcançou ele a felicidade sob a pretensa realização intelectual? Provou-se que ele estava certo ou errado? Provou-se que a Bíblia estava errada? Provou-se que Deus não existe? A dor de Darwin continuou até sua morte e as outras perguntas aqui mencionadas continuam alvo de debates sem fim.
(Ericson Danese, Azimute)

"Dormir Nu É Ecológico"

O livro "Dormir Nu É Ecológico" da canadiana Vanessa Farquharson e editado pela Presença este mês de Julho em Portugal, mostra a saga da jornalista que um dia se lembrou de levar a sério a missão de se tornar ecológica num ano.

Resolveu então criar um blogue (Green as a Thistle) e alimentá-lo dia a dia com as suas aventuras e desventuras ambientalistas, num total de 366 medidas a implementar ao longo de um ano.

Vanessa aplica desde as acções aparentemente mais insignificantes, como deixar de usar cotonetes ou usar apenas uma chávena e um copo por dia, até chegar a vender o seu automóvel, passando por uma panóplia de privações, como desligar o frigorífico e deixar de usar o secador de cabelo, e alterando radicalmente o tipo de alimentação para alimentos exclusivamente naturais, biológicos e frescos, de preferência locais, comendo carne apenas uma vez por semana, bem como passando a usar todo o tipo de produtos de higiene e de limpeza o mais natural e nas menores quantidades possíveis.

Ao fim e ao cabo, a escritora jornalista demonstra que é de facto possível melhorar o nosso comportamento ambiental, com a consciência de que, se há medidas que não são exequíveis ou nem sequer valem a pena, muitas outra há que facilmente se integram no nosso quotidiano, bastando para tal uma pequena dose de imaginação e de boa vontade.

Arte Rupestre

Este tipo de arte tem início no Paleolítico Superior.
O estudo da arte rupestre favorece o conhecimento em relação aos hábitos dos povos da antiguidade.
São as mais primitivas expressões artísticas.


Na América, além da arte rupestre pré-histórica, é encontrada a arte chamada de pré-colombiana, fruto do trabalho de Astecas, Maias e Incas; esculturas, pinturas, e grandes templos construídos em pedras.

Os desenhos de diferentes épocas sugerem rituais, cenas de sexo, animais, cenas de luta ou mesmo representações geométricas. Estudos têm apontado a possibilidade de alguns desenhos representarem algumas noções de astronomia.

Disponível em: (http://www.infoescola.com)

mais planetas!

Agência de astronomia europeia anuncia descoberta de planeta extra-solar 'normal'

Corpo foi detectado ao passar na frente de sol a 1,5 mil anos-luz da Terra.
Do G1, em São Paulo





A Organização Europeia para Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul (ESO, na sigla em inglês) anunciou nesta quarta-feira (17) ter localizado o primeiro planeta extra-solar "normal", batizado de Corot-9b, que poderá ser estudado em grande detalhe. Exoplaneta, ou planeta extra-solar, é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol.

O 9-b passa regularmente na frente de uma estrela parecida com o Sol a 1.500 anos-luz da Terra.

Mais de 400 exoplanetas já foram identificados até hoje. Corot-9b é especial porque sua distância da estrela que orbita é cerca de dez vezes maior do que qualquer outro corpo dessa categoria já descoberto, portanto tem um clima relativamente "temperado" (entre 160°C e -20°C), com "variações mínimas" entre dia e noite.

porque os direitos humanos existem!


Agradecemos um Portugal Limpo - DIA L - Mação




Recolha lixo -Dia L - Mação







Lixeiras DIA L - Mação




EU LIMPEI PORTUGAL

Chegou o dia de demonstrar a força de um povo que faz diferente e obtém resultados diferentes. Fazer diferente é uma forma eficaz de obter resultados surpreendentes.
Os tempos são de mudança de mentalidades, o que era admissível ontem não o é hoje, uma nova era avizinha-se, um futuro mais próspero,
“EU LIMPEI PORTUGAL !!!”
A coordenação nacional PLP agradece a todos aqueles que se dispuseram a colocar em LIMPAR PORTUGAL.
A todos, Portugal agradece.
Visite LimparPortugal em: http://limparportugal.ning.com/?xg_source=msg_mes_network


o clima farto de nós!

ERASMUS INTENSIVE PROGRAMME

GLOBAL QUALITY HERITAGE MANAGEMENT
16 – 27 Março 2010
Ciclo de seminários e workshop




Transmissão dos seminários em www.arqueomacao.tv



18 de Março – 14h30
Marin Carciumaru: Reflexions sur le Paléolithique Moyen et Supérieur en Roumanie.
Témoignage de comportement symbolique pour l’homme de Neandertal en Roumanie

19 de Março – 19h00
Marin Carciumaru: Reflexions sur le Paléolithique Moyen et Supérieur en Roumanie.
L'art mobiliaire de Gravettien et Epigravettien en Roumanie


20 de Março – 21h30
Eric Gonthier – Workshop “Musique Idiophonique”
Les instruments de musiques idiophoniques dans le monde (matériaux de la Préhistoire à nos jours)
Histoire d'une découverte au Muséum National d'histoire Naturelle.
Lithoacoustique et idiophones (du mode de fonctionnement des instruments)

21 de Março – 18h00 Marin Carciumaru: Reflexions sur le Paléolithique Moyen et Supérieur en Roumanie.
La signification symbolique de certains fossiles découverts dans l’Epigravettien de Poiana Cireşului-Piatra Neamţ, Roumanie


21 de Março – 21h30
Eric Gonthier – Workshop “Musique Idiophonique”
Fabrication d'un idiophone expérimental (bois ou pierre, TP), à la scie diamantée (rapports mathématiques simples)


22 de Março – 21h30
Eric Gonthier – Workshop “Musique Idiophonique”
Fin fabrication idiophone expérimental. Débats, échanges. Tests

24 de Março – 15h00
Marin Carciumaru: Reflexions sur le Paléolithique Moyen et Supérieur en Roumanie. Etude technologique, effectuée à l’aide du microscope digital VHX-600, sur un os gravé épigravettien de l’habitat de Poiana Cireşului-Piatra Neamţ

VAST 2010: 11th Symposium on Virtual reality Archaeology and Cultural Heritage

Ecole de Louvre, Palais du Louvre, Paris, September 21st-24th 2010


Science Technology & Museums: A Challenge for the New Decade.

In the 21st century the use of digital technology is a common practice in every day of our lives, contributing to the development, management and delivery of the information that surrounds our environment. Archaeologists and Cultural Heritage scientists as well as Information and Communication Technology (ICT) experts have in the past collaborated to find solutions to optimise all aspects of managing and delivering cultural information to new generations, but there remain many unsolved problems.

The goal of this VAST will be to build on the open dialogue between these different areas of expertise, and in particular allow ICT experts to have a better understanding of the critical requirements of the CH scientists for managing and delivering cultural information. The result of this interaction will be disseminated through use of innovative digital techniques in research and education for Cultural Heritage and throough publications: on-going project results; preliminary ideas and works in progress; and overviews of research in the use of digital technology in the context of Cultural Heritage.

We are seeking contributions that advance the state of the art in the technologies available to support cultural heritage. In particular:

•2/3/4D data capture and processing in Cultural Heritage
•Augmentation of physical collections with digital presentations
•Data acquisition technologies
•Digital Libraries
•Digital capture and annotation of intangible heritage (performance, audio, dance, oral)
•Interactive environments and applications for Cultural Heritage
•Long term preservation of digital artefacts
•Metadata, classification schema, ontologies and semantic processing
•Multilingual applications, tools and systems for Cultural Heritage
•Multimedia data acquisition, management and archiving
•Multi-modal interfaces and rendering for Cultural Heritage
•On-site and remotely sensed data collection
•Professional and ethical guidelines
•Serious games in Cultural Heritage
•Standards and documentation
•Storytelling and design of heritage communications
•Tools for education and training in Cultural Heritage
•Usability, effectiveness and interface design for Cultural Heritage Applications
•Visualization
Other relevant works concerning the application of technology to Cultural Heritage not directly included in the above categories are also welcome for submission.
1st Call for Papers Submission Deadlines: 5th May 2010

http://www.vast2010.org/

Limpar Portugal em contagem decrescente


Mangas arregaçadas, luvas a postos e sacos preparados? Se não, ainda vai a tempo de se envolver nesta cruzada contra o lixo, falta apenas uma semana para a mega-iniciativa que se propõe a LimparPortugal.

Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia. No próximo sábado, dia 20, a organização espera que, “se o tempo ajudar, mais de cem mil pessoas saiam de casa” para fazer do país um espaço mais limpo. Como? Simples, limpando!

E o que há para limpar? Segundo o site www.3rdblock.net, onde os utilizadores identificam locais de lixo a céu aberto, já são mais de dez mil as zonas a limpar, de norte a sul de Portugal.

Elephas antiquus em Portugal


Pegadas fossilizadas dos últimos elefantes que habitaram a Europa foram descobertas no litoral alentejano. As pegadas de exemplares do Elefante Antigo (Elephas antiquus), registadas pela equipa científica do Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, no decorrer de um trabalho de investigação paleontológica nas dunas fósseis do litoral, da Ericeira à Costa Vicentina, datam de há 100 mil a menos de 40 mil anos, quando a espécie, até aqui, era dada como extinta no continente há 80 mil anos. Além das pegadas isoladas, o achado mais signifi cativo é o de um bloco com 14 pegadas em três trilhos paralelos, o que permite reconstituir a passagem de um grupo de elefantes por aquele local e, consequentemente, reflectir sobre o comportamento social da espécie, explica a Naturtejo. Além destas, foram ainda encontradas pegadas fossilizadas de cervídeos, canídeos, grandes aves e até de lebre. A maioria das pegadas foi identificada em blocos areníticos soltos da arriba costeira e, segundo a Naturtejo, é urgente reproduzir os mesmos, uma vez que o seu resgate implicaria um custo demasiado avultado. O Elefante Antigo, cuja aparência se aproximavaà do Elefante Asiático, pesava em média 12 toneladas e media 4,2m (macho). C.B.R.

por FugasB - 3/14/2010

Quero viver...



A sexualidade neste século 21 assumiu um conceito global, o da diversidade. Homens namoram mulheres, mas se masturbam com outros, mulheres beijam outras na boca. O desejo sexual é que fala mais alto. As explicações da Psicologia ficaram para o consultório e a geração jovem de hoje não quer ser rotulada, quer viver.

Postada por: Programa EsCâNdALo!

Tratamento de Alzeimer



• Nome Científico: Catharanthus roseus
• Sinonímia: Vinca rosea, Ammocallis rosea
• Nome Popular: Vinca, vinca-de-gato, vinca-de-madagascar, boa-noite, maria-sem-vergonha, bom-dia
• Família: Apocynaceae
• Divisão: Angiospermae
• Origem: Cosmopolita Tropical
• Ciclo de Vida: Perene

Raiz de Vinca, uma planta originária de Madagáscar, poderá vir a ter um papel importante no tratamento ao Alzheimer.

A descoberta é de uma equipa de investigadores da Universidade do Porto que publicou os resultados do trabalho na revista científica ‘Phytomedicine’.
Mariana Sottomayor, uma das responsáveis pela investigação, explica que "a Vinca é uma planta medicinal já muito estudada". Dela, acrescenta, são extraídos alcalóides utilizados na quimioterapia para tratamento do cancro.

Após uma reavaliação do potencial da planta, o grupo de trabalho "verificou que na raiz da Vinca havia uma actividade medicinal interessante". A molécula chamada serpentina (alcalóide) inibe a degradação de um neurotransmissor e, por isso, poderá ajudar no tratamento ao Alzheimer. "Há agora um período até que a molécula possa ser utilizada como um medicamento eficaz".

Planta pouco exigente, muitas vezes surge até como planta espontânea nos jardins. Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil e com regas regulares. Deve ser trocada a cada dois anos, pois perde a beleza inicial. Multiplica-se por sementes ou mudas que se formam nas proximidades da planta mãe.

Holocénico

O Calendário Holoceno, termo popular para a Era Holocena, é uma variante do Calendário Juliano-Gregoriano que procura ter como data-base os tempos do início do Holoceno por meramente adicionar 10.000 aos anos Juliano-Gregorianos ocorridos depois de Cristo e 10.001 aos anos Julianos antes de Cristo. Desta forma, e apesar do nome dado ao calendário, não se presume que o ano 1 deste sistema de contagem corresponda exactamente ao início do Holoceno; é um marco arbitário para o início do que se chamaria "Era Humana", daí a abreviação para os anos do calendário.
Para todos os anos Juliano-Gregorianos a partir do ano 1000 depois de Cristo, basta adicionar "1" à esquerda do número do ano para se obter a conversão de um calendário para o outro.

A proposta de Cesare Emiliani propunha resolver vários problemas com a corrente era Anno Domini, cuja numeração dos anos acabou por se tornar norma mundial.

Dentre os problemas com os Anno Domini, ressalta-se que:
• A Era Anno Domini (ou Era Comum, como o preferem os não Cristãos, sobretudo historiadores Judeus e Muçulmanos laicos) tem como ponto de partida o dia 1º de janeiro do ano 1 depois de Cristo, isto é, o sétimo dia após o 25 de dezembro que se convencionou ter sido o dia do nascimento de Jesus Cristo. Este ano 1 corresponde ao ano 754 da fundação de Roma, segundo um cálculo feito por Dionísio Exíguo mais de quinhentos anos depois do nascimento do Redentor. Este aspecto cristão, que envolve especialmente o uso de termos como "antes de Cristo", "Anno Domini", "Ano da Graça", "Ano do Senhor" e "depois de Cristo", costuma ser ofensivo para não-Cristãos.
• Os estudiosos da Bíblia são virtualmente unânimes ao concordarem que o nascimento de Jesus Cristo não poderia jamais ter ocorrido após a morte de Herodes o Grande, que aconteceu no início da primavera (boreal) do ano 4 antes de Cristo. Alguns historiadores propõe que Herodes teria morrido entre janeiro e março do 1 antes de Cristo, o que igualmente inviabiliza o 25 de dezembro do ano 1 antes de Cristo como data do nascimento de Jesus.
• É um calendário não-algébrico, isto é, não existe o ano zero no calendário Juliano-Gregoriano; passa-se diretamente de 31 de dezembro do ano 1 antes de Cristo para 1º de janeiro do ano 1 depois de Cristo.
• Anos ditos "antes de Cristo" são contados "de trás para frente" à medida que se avança do passado para o futuro, de tal modo que o ano 44 antes de Cristo ocorreu na verdade mais de dois séculos após o ano 250 antes de Cristo. Adicionando-se a isso a falta do Ano Zero, as contagens da era Holocena que cruzam o limite entre os anos "antes de Cristo" e "depois de Cristo" tornam-se complicadas, o que não aconteceria no calendário Holoceno; neste calendário, todas as datas-chave da história da civilização podem ser listadas numa sequência sempre crescente de anos.

Idades animais

A maioria dos animais envelhece mais rápido que os seres Humanos

Os animais de idade avançada sofrem dos mesmos " males" que as pessoas de idade avançada, como a artrite e a perda de audiçao e visão.
lista de idades de alguns animais:

Mamíferos:

Elefante 70.
Camelo 50.
Burro 45.
Cavalo 40.
Leão 35.
Cervo 35.
Touro 28.
Gato 23.
Tigre 22.
Vaca 22.
Boi 20.
cão 17.
Ovelha 15.
Cabra 15.
Coelho 9.
Galinha 15.
Tartaruga das Galápagos 193.

Transexualidade!!

E no princípio Deus criou homem e mulher, Adão e Eva à sua imagem e semelhança.

Crescemos a ouvir este dogma da igreja católica e assumimos que assim é: que quando nasce, o ser humano (e qualquer outro animal, salvo raras excepções de hermafroditismo) é feminino ou masculino.

Mas, e se assim não for? E se o Adão crescer a sentir-se Ana ou Maria e se Eva tiver nascido com ambiguidade sexual? O tema não é recente e há mesmo referências históricas nesse sentido. Na mitologia romana Vénus Castina ouvia lamúrias das almas femininas enclausuradas em corpos masculinos e até o papa João VIII afinal era Joana.

O tema ‘Mudança de Sexo’ foi, por isso mesmo, debatido no Clube Literário do Porto, numa iniciativa conjunta com a Associação Medjuris. O geneticista João Alberto Barros e o jurista Pedro Pinto Monteiro analisaram as questões práticas e teóricas da transexualidade e intersexualidade, sob a orientação de Miguel Leão da Ordem dos Médicos.

“A determinação genética do sexo não é simples. Há uma interacção entre factores genéticos e de ordem ambiencial que podem interferir na determinação do sexo”

Em Portugal ainda não há legislação nos casos de mudança de sexo. Há sim alguma jurisprudência para auxiliar na decisão de juízes sobre situações em que se procura alterar a identidade. A jurisprudência tem entendido género e sexo mediante quatro vectores: biológico (cromossomas); morfológico (aspecto exterior); psicológico (comportamento) e social (sentido em que sociedade perspectiva o próprio indivíduo).

“No caso da transexualidade, a questão jurídica que se coloca é saber se alguém que nasceu mulher e se sente homem pode e deve alterar sua identidade”

in news na net

Antiguidade da Peninsula Iberica


A Península Ibérica tem o dobro da antiguidade que se julgava, revela um estudo baseado numa nova datação do complexo geológico galego ontem divulgado na edição electrónica do diário espanhol El Pais. A descoberta, anunciada por investigadores da Universidade Complutense de Madrid e do Museu de História Natural de Londres, remete claramente o aparecimento da península para antes da chamada explosão da biodiversidade terrestre, há cerca de 500 milhões de anos.

Segundo a nova datação, o complexo geológico galego tem 1.160 milhões de anos, o dobro da idade das rochas mais antigas conhecidas até agora em território peninsular (cerca de 590 milhões de anos).

A rocha datada no Cabo Ortegal, designada vulgarmente como granito negro, formou-se sob a superfície terrestre, a partir de magma, há 1.160 milhões de anos. Para a datação de uma rocha tão antiga, os investigadores tiveram de estudar a concentração de isótopos radioactivos que ela continha.

No estudo, que será publicado na edição de Setembro da revista norte-americana na "Journal of the Geological Science", participaram o Laboratório Geológico de Laxe (Universidade da Corunha), Universidade Complutense de Madrid, Universidade de Salamanca, Universidade de Oviedo e o Museu de História Natural de Londres.

ilustração

Como nos tornámos Humanos


O Director da Imprensa da Universidade de Coimbra
e o Director do Museu da Ciência têm o prazer
de convidar V. Ex.ª para o lançamento da obra
Como nos tornámos Humanos, da autoria de Eugénia Cunha,
estando a apresentação a cargo do
Doutor Manuel Laranjeira Rodrigues de Areia.

A sessão terá lugar no dia 13 de Abril de 2010,
pelas 17h30, no Museu da Ciência.

Convite
Universidade de Coimbra
Imprensa da Universidade de Coimbra
Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

Arte esquemática

arqueomacao.tv




http://www.arqueomacao.tv/tv/

Direito ao Patrimonio!!

Seminário Internacional "Direito ao Património como Direito Fundamental" teve início hoje, em Mação

Iniciou-se hoje em Mação o Seminário Internacional "Direito ao Património como Direito Fundamental" em Mação, uma organização do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, do Instituto Politécnico de Tomar e diversas entidades, como o IPHAN (Instituto Nacional do Património do Brasil) ou a Ordem dos Advogados Brasileiros.
Na abertura do Seminário Internacional, Rossano Lopes Bastos, do IPHAN defendeu que "É preciso pensar para além das garagens, dos congressos, numa perspectiva de sustentabilidade do planeta, em que os direitos fundamentais não sejam uma falácia."
Sublinhou o papel do conhecimento arqueológico, que dá resposta a questões incómodas na sua interacção com as dinâmicas sociais, como no resgate dos restos mortais de vítimas das ditaduras em diversos países, ocultadas em valas comuns, exemplificando que aqui figura um direito humano fundamental: o de enterrar os mortos.
No quadro do debate que se seguiu, intervieram diversos juristas e investigadores (Mário Werneck, Marcos Rufino, Luiz Oosterbeek entre outros) e foram explicitadas posições dos participantes no Seminário sobre questões centrais do direito internacional, que também afectam Portugal, como o repatriamento de bens arqueológicos para países ou regiões de onde são provenientes, a partir dos grandes museus nacionais. Neste campo, o repatriamento poderia significar a devolução a Portugal de alguns bens que se encontram em França, mas também a devolução por Portugal dos bens que retirou de Angola, Moçambique, Timor ou Brasil. "O que vale para os outros não vale para mim" parece ser a regra que dita o comportamento de muitos governos e responsáveis do sector cultural, nos diversos Países, disse a este respeito Rossano Bastos.

cheiros cores e saudades!!!

O homem

O homem é um primata e a sua história está ligada à dos primatas. Os primatas aparecem há uns 70 milhões de anos e surgem porque nessa altura - há sempre uma razão ambiental - aparecem as plantas com flores. As plantas com flores fazem frutos. De facto, os primatas são animais insectívoros que se adaptaram ao consumo de frutos e à vida nas árvores. Aliás, ainda temos em nós os vestígios disso tudo: continuamos a comer fruta, temos os olhos à frente do rosto para apreciar as distâncias (o que é bom para saltar de ramo em ramo), vemos às cores, o que é útil para saber se a fruta está madura ou não.
A vida nas árvores dos nossos antepassados também ficou registada na nossa clavícula - que não é feita para abraçar melhor os amigos, mas para abraçar melhor as árvores e conseguir trepar. Temos cinco dedos para agarrar coisas e se perdemos as garras e adquirimos unhas, também foi para facilitar a subida. Todos estes sinais anatómicos remontam à época da passagem dos insectívoros para os primatas.
Damos agora um grande salto e chegamos a dez milhões de anos atrás, quando a família dos grandes símios africanos, nomeadamente os chimpanzés, se separa da nossa família. E nessa altura, sem dúvida também por razões ambientais, uns continuam a viver num meio coberto, florestal, denso, enquanto os outros - nós - passam para um meio menos coberto, uma floresta menos densa ou uma savana arborizada. É aí que começa a aparecer uma série de pré-humanos, que são preciosos porque nos fornecem informações sobre o nosso passado próximo. São os fósseis de Tumai, com sete milhões de anos [descobertos no Chade em 2001], de Orrorin, com seis milhões de anos [2000, Quénia], os ardipitecos, com 5,8 a 4,4 milhões de anos, os australopitecos como a Lucy [3,2 milhões de anos], etc. Estes hominídeos ainda não são humanos.

Que características têm?
São todos tropicais, surgem todos em África, têm um encéfalo que tende a desenvolver-se aos poucos, uma face que vai aos poucos perdendo o focinho para se tornar mais plana, andam todos de pé. No início, são bípedes e arborícolas ao mesmo tempo - andam a pé mas continuam a trepar às árvores. Mas há uns quatro milhões de anos, acabam por se virar exclusivamente para a marcha, abandonando os ramos. Estas espécies são o viveiro, o bouquet de formas que precede a Humanidade. Entre eles está Lucy, a minha preferida. De quem falaremos mais adiante...
Chegamos assim a uns três milhões de anos atrás - e é aí que um desses pré-humanos se torna homem. Mais uma vez, por causa de uma mudança climática - e neste caso, para se adaptar a um aquecimento. Isto acontece há 2,7 ou 2,8 milhões de anos. Eu estudei esta questão e mostrei a correlação entre as mudanças climáticas e a origem do homem. O homem aparece porque um pré-humano teve a obrigação de se adaptar a uma mudança ambiental; a transformação de pré-humano em humano é uma adaptação ambiental.

O que distingue o pré-humano do humano?
Duas coisas essenciais. Como vimos, o pré-humano já estava de pé, era exclusivamente bípede, mas desta vez, são os dentes que mudam: tornam-se dentes de omnívoro. Como há menos vegetais [devido ao aquecimento], esse pré-humano começa também a comer carne. O seu cérebro também se desenvolve nitidamente, tanto do ponto de vista volumétrico como da sua complexidade. Como os cérebros dos nossos antepassados já desapareceram, fazem-se moldes da cavidade que ocupavam no crânio e os moldes mostram uma crescente complexidade dos lobos cerebrais e da irrigação sanguínea, que deixaram as suas marcas na face interna da caixa craniana.
Por sua vez, o desenvolvimento do cérebro, que é a forma de adaptação escolhida por aquela personagem - o Homo habilis - traz com ele a consciência, o que é realmente extraordinário. Significa que em vez de saber - como Lucy provavelmente sabia -, graças a um bocadinho de córtex a mais, a um punhado de células cerebrais a mais, o Homo habilis sabe que sabe, como uma espécie de retorno em espelho. E, sabendo que sabe, pode antecipar o futuro, pode imaginar coisas. É a partir dessa altura que, em vez de utilizar simplesmente os objectos à sua volta, começa a transformá-los. E isso muda tudo. "More is different", como dizem os ingleses. Apenas um bocadinho de cérebro a mais e sobe-se logo para o nível acima. Acontece como nos impostos: basta ganhar mais uns cêntimos para passar para o escalão superior e pagar três vezes mais (acabei de pensar nisso agora mesmo). O mesmo acontece com a vida: com um pequeno acrescento, o cérebro torna-se capaz de reflexão.
Portanto, o homem aparece nos trópicos, em África, onde viveram todos os seus predecessores, incluindo o pré-humano que se tornou homem, e vai espalhar-se geograficamente, primeiro por esse continente fora e depois pela Eurásia.
É, portanto, o Homo habilis que começa a viajar.
Sim, penso que sim. Há quem tenha dito que foi o Homo erectus [mais tardio], mas não há qualquer razão para que o Homo habilis tenha ficado lá à espera, a pensar "quando for erectus, vou começar a mexer-me"

E essa migração acontece porquê?
Acho que tem a ver com a procura de alimentos, numa altura em que a demografia começa lentamente a crescer. Quando um grupo destes humanos caçadores-recolectores atinge um certo patamar numérico, alguns deles têm de formar um novo grupo noutro sítio. E quando esse grupo atinge, por sua vez, o patamar, um novo grupo desloca-se para um pouco mais longe. Fala-se em 50 quilómetros por geração, o que significa que foram precisos 15 mil anos para passar dos trópicos para a Europa. Como as técnicas de datação não são tão finas, não os vemos a deslocar-se; vemo-los ali e depois vemo-los aqui - e entretanto, passaram-se 15 mil anos.

Mas então, onde aparece pela primeira vez o Homo sapiens?
É preciso não esquecer que os territórios na altura eram imensos: abrangiam a totalidade da África e Eurásia. Os diversos grupos estavam isolados uns dos outros e isso conduziu a uma diversificação das espécies humanas. O Homo habilis inicial tornou-se Homo erectus em cada sítio onde estava - e, por sua vez, o Homo erectus tornou-se Neandertal na Europa (que funcionava como uma ilha na época das glaciações), sapiens em África e na Ásia continental, Homem de Java na ilha de Java e Homem das Flores na ilha das Flores. Há sem dúvida outros, cujos fósseis vamos encontrar um dia.

Esta diversificação humana aconteceu há quanto tempo?
Há 50 a 100 mil anos. Mas a difusão do homem começou dois milhões de anos mais cedo e a sua diversificação há mais de um milhão de anos. Há quem diga que o Neandertal tem 200, 300 ou mesmo 400 mil anos. Os mais arrojados dizem 500 mil - e eu digo que tem muito mais. E desses quatro tipos de humanos (Neandertal, sapiens, Java, Flores) só o Homo sapiens é que se vai deslocar (há 40 a 60 mil anos).

O Homo sapiens espalha-se a partir da África?
Da África e da Ásia (China, Mongólia, Sudeste asiático). Passa para a América, onde não há ninguém, para a Austrália, onde também não há ninguém. Mas também para Java, Flores e para a Europa, onde já há outros homens. Em todas as regiões onde já existem populações, o Homo sapiens vai coabitar com elas e acabar por as eliminar, por assim dizer. A prazo, o Neandertal, o Homem de Java e o de Flores desaparecem e só resta o Homo sapiens. É por isso que somos todos sapiens.

dormir ecologico!!

O livro "Dormir Nu É Ecológico" da canadiana Vanessa Farquharson e editado pela Presença este mês de Julho em Portugal, mostra a saga da jornalista que um dia se lembrou de levar a sério a missão de se tornar ecológica num ano.
Resolveu então criar um blogue (Green as a Thistle) e alimentá-lo dia a dia com as suas aventuras e desventuras ambientalistas, num total de 366 medidas a implementar ao longo de um ano que acabou bissexto (desde 1 de Março de 2007 a 29 de Fevereiro de 2008).
Vanessa aplica desde as acções aparentemente mais insignificantes, como deixar de usar cotonetes ou usar apenas uma chávena e um copo por dia, até chegar a vender o seu automóvel, passando por uma panóplia de privações, como desligar o frigorífico e deixar de usar o secador de cabelo, e alterando radicalmente o tipo de alimentação para alimentos exclusivamente naturais, biológicos e frescos, de preferência locais, comendo carne apenas uma vez por semana, bem como passando a usar todo o tipo de produtos de higiene e de limpeza o mais natural e nas menores quantidades possíveis.

Ao fim e ao cabo, a escritora jornalista demonstra que é de facto possível melhorar o nosso comportamento ambiental, com a consciência de que, se há medidas que não são exequíveis ou nem sequer valem a pena, muitas outra há que facilmente se integram no nosso quotidiano, bastando para tal uma pequena dose de imaginação e de boa vontade.

Um livro muito divertido e bem-humorado, fácil de ler, e onde não faltam ideias (embora algumas muito radicais, outras um pouco loucas) para pormos em prática um modo de vida mais sustentável.

Era bom que em Portugal existissem, assim como em Toronto, bastantes lojas dedicadas a quem pretende uma forma de vida mais saudável, natural e ecológica, tal como "mercearias" em que os produtos são vendidos nas quantidades desejadas para as embalagens que os cliente traz de casa. À moda antiga, da qual ainda me lembro.

Quem sabe este livro venha dar algumas ideias a quem esteja aí virado para esse negócio. Eu, se tivesse esse tipo de lojas na minha cidade, alinhava.

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BD´s


Historia da criação - Evoluçao??

3 Minas - Vila Real


viagem a lua!

Panóias ou paranóias!??!!


Bisalhães


Manif Bolseiros Portugal






A ABIC defende que as bolsas devem ser limitadas a períodos de formação e que os investigadores doutorados e técnicos financiados com bolsas deverão passar a ter contratos de trabalho, usufruindo dos mesmos direitos e deveres de qualquer trabalhador. Exigimos ainda a actualização urgente dos montantes das bolsas.

Numa fase em que o novo OE se encontra em discussão, apelámos ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) para que esclarecesse alguns pontos relativos ao investimento na melhoria das condições de trabalho dos investigadores científicos. Não obtivemos qualquer resposta do MCTES. No entanto, o Ministro Mariano Gago reuniu com a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência no dia 26 de Janeiro e as suas respostas às interpelações do BE, PCP e PSD relativas aos bolseiros de investigação foram claras*:

- não há qualquer intenção de actualização dos montantes das bolsas;

- o Ministro reconhece a necessidade de estabelecer contratos de trabalho com os investigadores doutorados mas descreve o processo como tendencial e difícil;

- em relação a outro tipo de bolsas não

limpar Mação - Portugal

Construir as piramides do Egipto

Arte Pre histórica