Going...



saudades do calor do verão!!!!
de caminhar descalço na areia molhada,
de conversas ao fim da tarde!
e de copos noite adentro!!

Musica de momento!!!!






“O Professor de Darwin"

A Barraca viaja até Coimbra para apresentar uma das suas criações. Mais uma vez o Teatro da Cerca de São Bernardo, casa da companhia A Escola da Noite, será a sala anfitriã.
“O Professor de Darwin”, de Hélder Costa, apresenta ao público o professor John Henslow, de importantíssima influência na formação do jovem Charles Darwin, e a tertúlia que ele organizou na Universidade de Cambridge, berço de brilhantes cientistas e filósofos Ingleses e Irlandeses do século XIX.
A peça debruça-se sobre temas Universais como esclavagismo, racismo e nazismo e aborda, também, o debate actual entre Ciência e Criacionismo.
É um espectáculo que utiliza a poesia, a música e o humor para uma comunicação mais directa e lúdica com o público.

“Seis graus podem mudar o mundo”

O título do documentário é “Seis graus podem mudar o mundo” e poderão encontrar mais informações em:
http://www.natgeo.pt/programas/seis-graus


http://www.youtube.com/watch?v=L5Nq9SqNIJo&feature=player_embedded

Água, metano e dióxido de carbono- Pegasus


Os astrónomos da NASA conseguiram encontrar água, metano e dióxido de carbono num planeta gasoso gigante na constelação de Pegasus. É o segundo caso e um estudo das diferenças entre ambos pode, mais tarde, ajudar a reduzir a lista das possíveis Terras. Isto quando os mesmos ingredientes básicos de vida começarem a ser detectados em planetas rochosos
Água, metano e dióxido de carbono. Estes são os ingredientes básicos da vida que os astrónomos da agência espacial norte-americana (NASA) acabam de encontrar num planeta gasoso fora do nosso sistema solar. O facto de ser o segundo exoplaneta em que estas características são descobertas deixa os cientistas com esperança de que sejam afinal comuns e que em breve esses ingredientes possam ser encontrados num planeta rochoso - onde a vida tem mais hipóteses de se desenvolver.
Até agora, as moléculas orgânicas foram detectadas em dois gigantes gasosos. O último, maior que Júpiter, é conhecido por HD 209458b e está situado na constelação Pegasus, a 150 anos-luz da Terra. A descoberta foi feita graças ao Hubble - com a sua câmara de infravermelhos próximos - e ao Spitzer. Em Dezembro, os mesmos telescópios tinham revelado a existência desses ingredientes básicos no HD 189733b, a 63 anos-luz, na constelação de Raposa.
"É o segundo planeta fora do nosso sistema solar no qual água, metano e dióxido de carbono foram encontrados, que são potencialmente importantes para os processos biológicos nos planetas habitáveis", disse um responsável do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, em Pasadena. "Detectar componentes orgânicos em dois exoplanetas levanta agora a possibilidade de que se vai tornar comum encontrar planetas com moléculas que podem estar ligadas à vida", acrescentou.
Os astrónomos vão agora poder comparar os dois planetas - que apresentam, por exemplo, valores de metano diferentes. Este tipo de análise será depois necessário quando essas mesmas moléculas forem detectadas num planeta rochoso, de forma a reduzir a eventual lista de "novas Terras".
A NASA espera que esses mundos rochosos possam ser descobertos com o auxílio da sonda Kepler, que foi lançada no início deste ano. "Se detectarmos químicos orgânicos num planeta parecido com a Terra vamos querer perceber o suficiente sobre esse planeta para pôr de lado eventuais processos não relacionados com a existência de vida que podem levar à presença desses químicos", disse Swain.
"Estes objectos encontram-se muito longe para permitir enviar sondas, por isso a única forma que temos de conhecer alguma coisa sobre eles é apontar-lhes telescópios", lembrou o astrónomo do laboratório da NASA, explicando a importância dos espectómetros para determinar a sua química.
Além dos gigantes de gás, os cientistas já encontraram planetas rochosos, mas estavam demasiado próximo das respectivas estrelas para poder albergar vida. Outros, pelo contrário, são verdadeiros mundos de gelo.
Tags: Ciência

Evolução Terra!

Tin man





Bem do estilo, Feiticeiro de OZ!!!

Outras.... Arqueologias!

Lata....09

Fiesta!!

Em muito boa sintese!!!!!!



"Big Bang" / Origem do Sistema solar --> Formação da Terra e da Lua (4600 a 4500 Ma) --> Intenso bombardeamento por meteoritos, possivelmente eliminando, por várias vezes, a vida primitiva antes de alguma ter sobrevivido (4500 a 3800 Ma) --> a Vida estabelece-se definitivamente (4400 a 3800 Ma) --> primeiros indícios de Vida (estromatolitos) em rochas da Groenelândia (3800 Ma) --> primeiros fósseis semelhantes a cianobacterias, na Austrália e África do Sul (3500 Ma) --> aparição das primeiras células autotróficas/fotossíntese, libertação de O2 (3000 a 2500 Ma) --> atmosfera oxidante (2000 Ma) --> células eucarióticas (2000 a 1500 Ma) --> reprodução sexuada, acréscimo da variação genética e aceleração da Evolução biológica (1500 a 1000 Ma) --> organismos multicelulares (1000 a 700 Ma) --> multiplicação de animais providos de esqueleto (desde 540 Ma, Câmbrico) --> evolução de animais e plantas até a actualidade -->

Futuro --> redução drástica da diversidade devido à acção do Homem ( 2000 anos DC) --> aparição do Ciberóide, Homo virtualis (2050 a 2100 anos DC) --> extinção do Homo sapiens (2150 a 2500 anos DC) --> repovoamento do planeta por seres extra-solares (5000 a 6000 anos DC) --> Formação da segunda Lua devido a impacto de meteorito com as dimensões de Venus (10000 anos DC) (sorrisos) Saudações geológicas.
por: Paulo Legoinha(Univ. Nova de Lisboa)

BOOM 2010 -Water!!




Macacos e homens






Ardipithecus ramidus’ viveu há 4,4 milhões de anos.
Macacos e Homens tiveram evolução distinta há muito mais tempo.










A família que resultou no que chamamos humanidade está 1 milhão de anos mais velha. Cientistas descobriram um ancestral dos homens atuais de 4,4 milhões de anos. O Ardipithecus ramidus (ou apenas “Ardi”, como é carinhosamente chamado) foi descrito minuciosamente por uma equipe internacional de cientistas, que divulgou a descoberta em uma edição especial da revista “Science” desta semana.

O espécime analisado, uma fêmea, vivia onde hoje é a Etiópia 1 milhão de anos antes do nascimento de Lucy (estudado por muito tempo como o mais antigo esqueleto de ancestral humano).
“Este velho esqueleto inverte o senso comum da evolução humana”, disse o antropólogo C. Owen Lovejoy, da Universidade Estadual de Kent. Em vez de sugerir que os seres humanos evoluíram de uma criatura similar ao chimpanzé, a nova descoberta fornece evidências de que os chimpanzés e os humanos evoluíram de um ancestral comum, há muito tempo. Cada espécie, porém, tomou caminhos distintos na linha evolutiva.
‘Ardipithecus ramidus’ significa ‘raiz dos macacos terrestres’
“Este não é o ancestral comum, mas é o mais próximo que chegamos”, disse Tim White, diretor do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Os humanos atuais e os macacos modernos provavelmente tiveram um ancestral comum entre 6 milhões e 7 milhões de anos atrás.

Ardi, já andava na vertical, apesar de passar muito tempo nas árvores, como demonstra o dedo grande do pé semelhante ao dos chimpanzés. “O Ardipithecus ramidus não é um chimpanzé, mas também não é humano”, disse Tim White, co-autor do projecto.
Na linha cronológica da evolução do Homem, Ardi vem preencher um vazio existente entre os 6 milhões de anos do Homem do Milénio e os 3,2 milhões de Lucy.

“Estamos a apertar o cerco ao último antepassado comum entre Homem e chimpanzé. O Ardipithecus pode ser o antecessor de Lucy. Algures entre a Ardi e o Homem do Milénio está o elo que falta”, afirmou ao CM Eugénia Cunha, antropóloga da Universidade de Coimbra, para quem a Humanidade está mais próxima de descobrir como e quando deixou as árvores e adoptou o bipedismo: “Espero que o encontrem o quanto antes.”
Com Associated Press e Reuters

A Grécia Antes dos Gregos.













No Egeu, há vestígios de acampamentos paleolíticos somente na Grécia Continental e em algumas ilhas próximas ao continente. Não há vestígios anteriores ao Neolítico na costa ocidental da Anatólia, Creta ou Cíclades.

Até onde sabemos, os primeiros seres humanos visitaram a Península Balcânica há mais de 100.000 anos. Viveram em Petralona, na Calcídica, e na ilha da Eubéia, ao norte da Beócia. O mais antigo vestígio humano encontrado até hoje é um crânio fossilizado conhecido por "Petralona 1". A maioria dos cientistas acredita, após anos de vivas controvérsias, que ele pertenceu a um Homo heidebergensis, espécie imediatamente antecessora do Homo sapiens. A datação desse crânio é muito controversa e acredita-se, no momento, que ele tenha pelo menos 125.000 anos. Os primeiros intrumentos líticos deixados na Grécia são os da Caverna Asprochaliko, a sudeste da Argólida, datados do fim do Paleolítico Médio ou do início do Paleolítico Superior. Assinalam a época em que viveram os últimos representantes do H. heidelbergensis, o Homo neanderthalensis e também os mais antigos ancestrais do homem moderno, o Homo sapiens, em território grego. Segundo Harvati et. al. (2003), no início do Paleolítico Superior (c. 44.0000-38.000 anos AP), entre as comunidades do sul do Peloponeso, viveu pelo menos um grupo de Homo neanderthal. Vestígios humanos (um dente) e instrumentos líticos do tipo mousteriense foram encontrados na Caverna Lakonis, situada no litoral sudeste do Peloponeso, perto da moderna cidade de Gytheion.

Da cultura dos grupos humanos que vaguearam durante o Paleolítico Superior pelos territórios gregos conhecemos somente os instrumentos de pedra lascada, semelhantes aos de outras partes da Europa Ocidental e Oriental. Um dos mais bem conhecidos sítios arqueológicos dessa fase é a Caverna Franchthi (Argólida), ocupada provavelmente a partir de 35.000 AP, mais ou menos. Todos os caçadores-colectores paleolíticos eram nômadas, e portanto não se pode falar ainda em "povoamento" da Grécia ou de qualquer outro lugar. É bom frisar, aliás, que esses pioneiros, culturalmente ligados aos povos paleolíticos da Europa Oriental, não tinham nenhuma ligação com os "gregos" dos períodos históricos subsequentes, aparentados às culturas neolíticas da Ásia Ocidental. A obsidiana da ilha de Melos, a 150 km do continente, começou a ser utilizada na confecção de ferramentas a partir de -9000, pelo menos (Caverna Franchthi, Argólida). Isso demonstra que, apesar de seus recursos primitivos, os caçadores-colectores paleolíticos eram capazes de atravessar o litoral à procura de matéria-prima adequada. Não há evidências de ocupação das Cíclades, a despeito da presença da obsidiana de Melos na Argólida. As únicas ilhas com vestígios do Paleolítico são a Eubéia, Corfu e Zacinto, próximas ao continente. Na península balcânica e ilhas vizinhas não há obras comparáveis à arte mural e portátil, às estatuetas femininas com atributos sexuais proeminentes, aos falos ou aos sepultamentos encontrados nas culturas paleolíticas das demais partes da Europa e Ásia. A ausência de evidências directas, no entanto, não significa necessariamente que os caçadores paleolíticos da Grécia Continental não tivessem as mesmas crenças ou a mesma capacidade artística de seus contemporâneos de outras regiões. A cultura material do Paleolítico europeu é notavelmente homogênea, e assim pode-se imaginar simplesmente que as evidências existem e ainda não foram descobertas ou, então, que a constante luta pela sobrevivência não tivesse deixado aos caçadores-colectores da península balcânica tempo suficiente para expressá-las. Alguns instrumentos de pedra lascada, vestígios de caçadores paleolíticos, foram encontrados em uma caverna próxima a Liopetri, no sul da ilha de Chipre. Não se sabe se a ocupação durou algum tempo, ou se foram apenas navegantes de passagem pela ilha.

http://greciantiga.org

Referências
Katerina Harvati, Eleni Panagopoulou and Panagiotis Karkanas, First Neanderthal remains from Greece: the evidence from Lakonis, Journal of Human Evolution 45, p. 465–73, 2003.

Musica Pré-Historica!

Acaba de ser editado um disco muito original. Chama-se "dança das pedras altas" e é de autoria do projecto Chukas (Jorge Ribeiro, César Prata e Julieta Silva). A edição é do Igespar e do Parque Arqueológico do Vale do Coa.
É uma autêntica surpresa! Pois o disco contém, nada mais nada menos, que "música" do Paleolítico! Melhor: uma aproximação à expressão musical do Paleolítico. Chukas utiliza paus, sementes, ossos, hastes, pedras e, claro, a voz humana. Faz todo o sentido, pois, que a obra tenha sido editada pelo Parque do Vale do Côa.
É com propostas como estas que, paradoxalmente (pelo facto dos sons deste disco serem ancestrais), a nossa terra avança. Parabéns!
Espreite aqui um dos temas deste projecto.

http://cafe-mondego.blogspot.com/2009/10/musica-do-paleolitico.html

Paleolitico inferior

Mação - O JoGo!!


Através de um jogo de computador o utilizador é convidado a visitar o património cultural europeu. A visita virtual inclui a arte rupestre do Concelho de Mação.

Graças ao apoio da Comissão Europeia, um consórcio académico europeu, coordenado em Portugal pelo Instituto Politécnico de Tomar, criou um novo software: “TiE – Viajar na Europa”.

O “TiE Game” é um jogo de computador multi-utilizador, que permite experimentar uma espécie de “InterRail” virtual. Através do jogo é possível visitar o património cultural de várias cidades europeias, como Praga, Génova, Estrasburgo, Cluj, Maribor, ou Plovdiv. Também é possível passar por Portugal, visitando a Vila de Mação, bem como alguns dos seus núcleos de arte rupestre.


O jogo permite que os utilizadores comuniquem entre si, partilhando as suas experiências. Inclui também um conjunto de tarefas (mini-jogos) que permitem ao utilizador ganhar pontos. Essas tarefas relacionam-se com as características culturais de cada local visitado. Uma das tónicas do jogo é a adopção de uma filosofia de código-aberto e de participação livre. Os jogadores são não só convidados a jogar, como também a contribuir com novas reconstruções e mini-jogos.

O “TiE Game” foi desenvolvido por um consórcio de oito países, com o apoio do programa europeu Cultura 2000, num projecto designado como “Travel in Europe”. A participação portuguesa esteve a cargo do Instituto Politécnico de Tomar.

O lançamento oficial do jogo está marcado para o dia 8 de Outubro, numa acção simultânea nos oito países envolvidos.



fonte:http: //www.oribatejo.pt/

Descoberto anel gigante de Saturno


O telescópio espacial Spitzer descobriu o maior e nunca antes visto anel em torno do planeta Saturno. O anel é tão grande que no seu diâmetro cabem alinhados mil milhões de planetas do tamanho da Terra.
A descoberta foi feita por cientistas da agência Espacial Americana (NASA). A parte mais densa do anel fica a cerca de seis milhões de quilómetros de Saturno e estende-se por outros 12 milhões de quilómetros, noticia a BBC. A altura do anel é 20 vezes maior do que o diâmetro do Planeta Terra. Um artigo sobre esta descoberta já foi publicado na revista cientifica Nature.
Os cientistas da Nasa usaram uma câmara de infravermelhos a bordo do telescópio Spitzer para verem este fenómeno. De acordo com Anne Verbiscer, da Universidade da Virgínia em Charlottesville, o anel é praticamente invisível por telescópios que utilizam luz, uma vez que é formado por uma fina camada de gelo e por partículas de poeira bastante difusas.
Os cientistas acreditam que é a lua Phoebe, também de Saturno, que contribui com material para a formação do anel gigante quando esta é atingida por cometas.
Esta descoberta poderá ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da astronomia, a Lua de Lapetus, também de Saturno. Esta lua tem um lado mais escuro e um lado mais claro.
O anel gigante gira na mesma direcção de Phoebe e na direcção oposta a Lapetus e às outras luas e anéis de Saturno.
Uma das peculiaridades do anel recém-descoberto é que está a 27 graus de inclinação do eixo principal e mais visível anel de Saturno.
De acordo com a agência EFE, até agora, o maior anel deste planeta e também do sistema solar era o «E».

Ambiente na península ibérica reúne cientistas

Mais de uma centena de especialistas portugueses e espanhóis estiveram reunidos na UAlg, entre 5 e 9 de Outubro, para debater o ambiente na Península Ibérica.
Na VII REQUI, estiveram em debate esta e outras questões relacionadas com a história do clima da Terra e da Península.
O tema central do encontro será o futuro do ambiente da Península Ibérica inferido a partir do passado geológico recente, com enfoque especial para os últimos 10 mil anos do Quaternário, que começou há 1,6 milhões de anos.
Actualmente vivemos no Holocénico, como são conhecidos os últimos 10 mil anos da Era Quaternária da história da Terra. Há todavia opiniões de que na realidade, no presente, já entrámos no Antropocénico, período assim baptizado devido ao imenso impacte que a intervenção humana tem vindo a ter sobre o ambiente do planeta.

O Prof. Tomasz Boski, geólogo, coordenador do CIMA é um dos especialistas na Era do Quaternário que defende esta hipótese: “A actividade humana tem provocado alterações ambientais de tal magnitude que superam frequentemente a variabilidade natural.”
Um exemplo do impacte da actividade humana são as variações do CO2 na atmosfera terrestre, que de forma natural oscilaram entre as 200 partes por milhão/volume (ppmv), há 15 mil anos, e as 280 ppmv há 5000 anos, estando estes valores provavelmente relacionados com a subida do nível dos oceanos: “quando o oceano avança retém nutrientes que suportam a fotossíntese marinha e quando há menos nutrientes haverá menos plâncton, logo menos CO2 é retirado da atmosfera”.
Neste momento, o teor de CO2 na atmosfera alcançou já as 385 ppmv. A diferença, correspondente a 200 biliões de toneladas de carbono na atmosfera, deve-se “exclusivamente à actividade humana, que já alterou certos parâmetros do sistema atmosférico para além da sua variabilidade natural”.

As tão procuradas previsões dos cenários ambientais futuros só podem ser conseguidas através da compreensão das relações entre os fenómenos actuantes à escala global, regional e local, o que exige a integração de informação de carácter multidisciplinar, daí a importância de cruzar informação com os especialistas que em Espanha se debruçam sobre a Era do Quaternário.
“O intercâmbio científico entre os quaternaristas de Portugal e de Espanha através das reuniões bianuais REQUI existe já há mais de vinte anos. Além de promover a discussão e a divulgação dos mais recentes desenvolvimentos do nosso conhecimento sobre a evolução recente do clima, das paisagens, dos ecossistemas e da adaptação do Homem a essas mudanças.

Origens do fado...