Votos 2010...

Nos seus tempos livres, as pessoas "matam o tempo"; se estão acompanhadas interagem, conversam, fazem jogos, toda a variedade de tragicomédias, e confissões, amor e amizade subitamente despontados, derramam-se pelo planeta em biliões de votos, procuram esquecer o seu vácuo e a inexorável consciência da morte,com "passatempos".

Se estão sozinhas, comunicam através dos mais diferentes meios, ou se fecham no cubo magico! Puxam do cigarro ou do telemóvel com a destreza com que os cowboys puxavam das pistolas... Enviam emails, mensagens, entram em chats, etc. Também bebem, comem, ou se drogam, dedicam-se ao prazer solitário com a sua economia libidinal esventrada, quanto mais não seja consumindo os media…
Desorientados no núcleo, alguns esforçam-se ainda para encontrar a salvação, estudando, no meio da confusão geral!!!

Votos de um grande, saudavel e produtivo ano de 2010!!!

Presents!!!



Bom Natal!!

Para muita gente, um ateu celebrar o Natal pode parecer uma aberração e, de facto, seria obrigado a concordar com tal opinião caso a celebração do Natal tivesse alguma conotação religiosa...

E, para mim, não tem!!!!!!!

O Natal, como para uma grande maioria de cidadãos ocidentais, representa uma época em que, durante 3 ou 4 dias, nos podemos dar ao luxo de dar a devida importância àquelas pequenas grandes coisas que durante o resto do ano, pelas mais diversas razões, optamos, consciente ou inconscientemente, por minimizar.

Se desejar “Boas Festas” ou “Feliz Natal” ao próximo, significa desejar que ele possa estar bem de saúde, que possa passar uns dias na companhia dos que mais ama, que se possa sentir amado, que possa ter a certeza que os seus filhos são saudáveis e felizes ou que se sinta feliz e realizado, o que pode ter de errado para um ateu desejar tais coisas ao próximo? Afinal, se partirmos de um pressuposto – falacioso, talvez – de que um bom ateu é sempre um humanista, como é que estes desejos não se enquadram numa perspectiva humanista?

Por isso, desejo-vos a todos um Feliz Natal, consciente que não sou menos ateu por causa disso. O meu Natal, sem Deus,sem menino Jesus nas palhinhas nem missa do galo, é sempre – e espero que continue a ser – o período de muita paz e tranquilidade. Espero que seja para todos vós também.

Boas Festas e… Feliz Natal!

in Movimento Ateista Portugues

Revival Night em Coimbra

AVATAR

Natal ateu!!!



in Movimento Ateista Português.

Origin of Love

Mad World

sismooo



Sismo de 6.0 na escala de Richter sentido em Portugal
Portugal tremeu esta noite com um sismo de 6 graus na escala de Richter. O abalo aconteceu à 01H37. O epicentro foi a sudoeste do Cabo de São Vicente, a cerca de 100 quilómetros da costa sul portuguesa. O sismo foi sentido em todo o país, em particular na região de Lagos e Portimão. Até ao momento foram registadas 8 réplicas de menor amplitude..
2009-12-17 in RTP1

UISPP 2011





O Brasil receberá, em 2011, o XVI Congresso Union International des Sciences Pré-Historic e Proto-Historic (UISPP). O evento será realizado entre os dias 04 e 10 de setembro de 2011, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina.



De acordo com a UISPP, a escolha do Brasil como anfitrião do Congresso se deu devido ao reconhecimento de que não apenas as áreas pertencentes ao Primeiro Mundo merecem atenção dos arqueólogos do mundo inteiro.



Ainda segundo a UISPP, o Brasil terá a chance de “mostrar aos colegas de outros países e de outros continentes a variedade e riqueza das culturas e sociedades indígenas e também o processo de colonização que originou a nação brasileira”.



O Congresso é realizado pela UISPP e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco). No Brasil, o XVI Congresso vai ter a participação dos seguintes parceiros: Departamento de História da UFSC, Núcleo de Estudos Negros (NEN), The World Archaeological Congress (WAC), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Laboratório de Antropologia Cultural e Arqueologia da UNISUL Businees School, Documento Antropologia e Arqueologia, Holding Ambiental, Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Instituto Politécnico de Tomar(IPT), Universidade Trás-os Montes e Alto Douro (UTAD), Instituto de Terra e Memória (ITM/PT), Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP), Herity Internacional.



Site do Evento: http://xvicongressouispp.wikispaces.com/

B.I.T.C.H.

“I am a B.I.T.C.H. (B)eautiful (I)ntelligent (T)alented (C)ute (H)ot…”

cronologia actualizada!!!

Tabela cronoestratigráfica IUGS


Tabela cronoestratigráfica do Quaternário da Península Ibérica descarregavel aqui:
http://tierra.rediris.es/aequa/publicaciones_archivos/AEQUATablaCuaternario2009.pdf

home

Conferência de Copenhaga

Artigo do jornal Expresso: O escândalo do 'Climategate' e a Conferência de Copenhaga

O caso Climategate, onde se manipulam dados para provar o aquecimento global, é um dos maiores escândalos científicos da História, pelo modo como afecta a credibilidade pública da comunidade científica e sobretudo pelas suas implicações económicas e políticas.

Poderá ler o artigo no seu formato original em:
http://aeiou.expresso.pt//o-escandalo-do-climategate-e-a-conferencia-de-copenhaga=f550438

bactérias de Marte!

Um relatório divulgado por cientistas da Nasa, aponta que bactérias originadas em Marte teriam chegado à Terra a bordo de um meteorito que se despedaçou na Antártida há 13 mil anos. Restos fossilizados da forma de vida foram descobertos na rocha que partiu do planeta vermelho 16 milhões de anos atrás, quando o Sistema Solar ainda estava em formação, divulgou a Nasa. As informações são do jornal britânico Telegraph.
O meteorito, batizado de Allen Hills 84001, foi tema de manchetes dos principais jornais do mundo em 1996. Na época, após as primeiras análises, os pesquisadores concluíram que as bactérias eram da própria Terra e teriam contaminado o Allen Hills 84001 no gelo antártico. No entanto, o novo relatório afirma agora que são fortes os indícios da bactéria ter vindo realmente de Marte, noticiou o jornal britânico The Sun.
"Muitos cientistas argumentaram que o que parecia ser um fóssil no meteorito foi causado por algum evento explosivo, como o impacto de um asteroide", disse Emily Baldwin, editora da revista astronômica UK's Astronomy Now. Segundo ela, a "equipe da Nasa anunciou agora ter provado que as bactérias podem não ter se produzido na explosão em si". "Se os traços tiverem sido de um extraterrestre, de origem biológica, que não se formou nos 13 mil anos que o meteorito esteve instalado na Terra, isso pode implicar profundamente na nossa compreensão de como a vida evoluiu no Sistema Solar", acrescentou Baldwin.
Para o professor Colin Pillinger, da Open University, mais provas convincentes devem ser adicionadas ao estudo, apesar dele ser de boa qualidade, muito cuidadoso e ter sido feito por pessoas respeitáveis. Liderada por Kathie Thomas-Keprta, a equipe encontrou discos de carbonato e minúsculos cristais de magnetita (mineral magnético formado pelos óxidos de ferro II e III) no interior da rocha espacial, utilizando microscópios com alta resolução de elétrons que não estavam disponíveis há 13 anos.
Os pesquisadores concluíram que as "propriedades químicas e físicas incomuns" encontradas no meteorito estavam "intimamente associadas aos discos de carbonato". Ou seja, de acordo com o relatório, este fator é uma "evidência da interação com a água de Marte há 3,5 bilhões de anos".
Ainda nesta semana, a Nasa deve anunciar mais resultados sobre o Allen Hills 84001, no Centro Espacial Johnson, em Houston, no Texas.

Workshop pasta papel em Abrantes!

Renato Cruz, o Rinoceronte e a Pasta de Papel
Um Workshop de pasta de papel pelo artista “Rinoceronte”, pseudónimo de Renato Cruz, vai realizar-se dia 5 de Dezembro, um sábado de novidades, a partir das 10:00, no cineteatro S. Pedro.

A actividade está aberta à participação de pais, professores, educadores, animadores e de todos os interessados na criatividade associada à reciclagem.
Segundo a nota da organização estes seráo os participantes de maior importância neste evento.
Este Workshop acontece na sequência do enorme êxito que teve a exposição de Renato Cruz, numa mostra realizada recentemente na Galeria Municipal de Arte.
O autor mostrou-se disponível para partilhar os segredos da sua arte.

As inscrições podem ser feitas na Galeria Municipal de Arte, através do telf. 241 330 209 241 330 209 ou nos serviços da divisão de cultura, telefone 241 330 134 241 330 134 .

Renato Cruz nasceu em Vila Real de Santo António em 1946. Formou-se na Escola António Arroio como desenhador litógrafo e viveu catorze anos em Paris.
Regressou a Portugal, onde, entre outras iniciativas e exposições, co-organizou com outros artistas as Bienais de Lagos de 1982, 1984 e 1986. Colaborou através dos seus desenhos no semanário “Expresso”, foi co-fundador da ZDB, artista das galerias Y Grego e “Novo Século” e realizou exposições para a Casa Fernando Pessoa.

“Rinoceronte” é um criativo de peças únicas, desenhador, escultor e pintor que a partir de materiais vulgares e recicláveis compõe divertidas e irónicas situações, destacando-se as míticas personagens do imaginário português como Vasco da Gama, Marquês de Pombal ou Fernando Pessoa.

Meteorito na Letônia!!!


Queda de meteorito no norte da Letônia, próximo da fronteira com a Estônia.

Geólogos da Letônia confirmaram, que a suposta queda de um meteorito foi uma armação protagonizada por um grupo que desejava atrair turistas com o fato. "Nos limites da cratera, é possível ver rastros de pás e que recentemente ervas daninhas foram arrancadas. Esta é a versão oficial a que chegamos", assegurou Girts Stinkulis, chefe do departamento de geologia da Faculdade de Geografia da Universidade da Letônia, à agência Baltic News Service (BNS).
O especialista acrescentou que "as dimensões da cratera não correspondem com as que costumam deixar os meteoritos". "O diâmetro e a profundidade são muito maiores", disse o geólogo, que acrescentou que sua opinião é unânime entre os experientes em meteoritos. Stinkulis opinou que o objeto incandescente que aparece nas imagens e fotografias reproduzidas pela imprensa pode ser pó de alumínio.

O meteorito teria caído numa fazenda nos arredores da localidade de Mazsalaca e gerado uma cratera de 20 m de diâmetro. As autoridades locais, que no primeiro momento não puderam afirmar se de fato era um meteorito ou um fragmento de um satélite artificial, isolaram o local.
O russo Vladimir Svetsov, cientista do Instituto de Dinâmica de Geosferas da Academia de Ciência da Rússia, explicou hoje que os meteoritos de rocha em regra não chegam à superfície da Terra, normalmente se dissipam antes da chegada à atmosfera. Ele destacou que os meteoritos de um 1 m de diâmetro colidem com a Terra uma vez ao ano.
Svetsov detalhou que cerca de 10% do total dos meteoritos são de ferro e lembrou que há dez anos um corpo desse tipo caiu na república russa de Baskortostán, junto à localidade de Sterlimatak, e deixou uma cratera de dez metros de diâmetro.

in http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4063481-EI238,00-Cratera+de+meteorito+na+Letonia+e+armacao+confirmam+geologos.html

sexo, prazer, religião, mundo!!!

http://www.youtube.com/watch?v=8hPvtuu9CbM



http://www.youtube.com/watch?v=1JFyIaybXbU

Sigur Ros, "Vidrar Vel Til Loftarasa" (2000)

Água na Lua

É a confirmação: no lado escuro da lua, nas crateras permanentemente obscuras do pólo sul, há muita água congelada. O choque do motor de um foguetão Centauro contra a cratera Cabeus, a 9 de Outubro, observado de perto pela sonda LCROSS da NASA, permitiu confirmar o que outros engenhos enviados até ao satélite natural da Terra tinham já sugerido com bastante certeza.

"Estamos em êxtase", disse Anthony Colaprete, cientista do projecto LCROSS, citado num comunicado de imprensa divulgado pela agência espacial norte-americana.

"Múltiplas provas mostram que estava presente água tanto na pluma de vapor como na cortina de materiais ejectados pelo impacto. Ainda temos de fazer mais análises para estudar a concentração e distribuição da água e de outras substâncias, mas é seguro já dizer que a cratera Cabeus tem água", explicou.

Os espectrómetros que iam na sonda mostram uma assinatura química inconfundível nos espectros do ultravioleta e do infravermelho, que só pode ser água. "Nenhuma outra combinação razoável de compostos correspondia às observações. A possibilidade de haver uma contaminação do motor Centauro também foi posta de parte", adiantou Colaprete.

Assim sendo, ficam os cientistas sem qualquer sombra de dúvida na sua mente: há água na Lua, o que facilitaria qualquer tentativa de colonização. A água pode ser usada para consumo humano, claro, mas também para fazer combustível para foguetões, por exemplo.

Só que o sonho de regressar à Lua e aí construir bases foi mais uma vez afastado, com a publicação, no fim do Verão, de um relatório de uma comissão independente sobre qual deve ser a estratégia da NASA.

O regresso à Lua, abandonada desde que o último astronauta norte-americano pisou o seu solo poeirento, em 1972 (só algumas raras sondas a visitaram desde então), fora anunciado pelo Presidente George W. Bush em 2004, mas foi agora considerado um passo desnecessário, que o orçamento da NASA não comporta.

No entanto, descobrir água na Lua, congelada há muitos milhões de anos, pode permitir-nos descobrir como era o Sistema Solar então — mesmo usando só máquinas.

Raimund Hoghe


L’Après-midi, Um solo para Emmanuel Eggermont 21 de novembro às 21h30
Torres Novas, Teatro Virgínia duração 1h30 M 12 L’Après-midi d’un Faune, poema de Stéphane Mallarmé, inspirou Claude Debussy na criação de uma obra sinfónica, em Dezembro de 1894, da qual Vaslav Nijinski fará uma interpretação coreográfica lendária.

Cerca de um século mais tarde, Raimund Hoghe apropria-se por sua vez deste trecho escolhido, prosseguindo assim – depois de Sacre – The Rite of Spring (2004), Swan Lake, 4 Acts (2005) e Bolero Variations (2007) – o seu apaixonante projecto de reapropriação dos clássicos da história da dança.

Para esta nova peça, intitulada muito simplesmente L’Après-midi, ele confia ao jovem bailarino francês Emmanuel Eggermont – presente já em Bolero Variations mas também em 36, Avenue Georges Mandel e Young People, Old Voices – o tremendo privilégio de suceder a Nijinski. Daí resulta um solo, cuja vitalidade, verdadeiramente brilhante, não encontra comparação para além da sua singularidade flagrante.

http://www.materiaisdiversos.com/festival/?p=284

Orgulho Nacional


Palavras para que...!!?!

I Need!!






I Ask! I want! I Need...

Tree

Seminário Internacional “Cadeias Operatórias na Cerâmica Arqueológica: um encontro entre culturas


CONVITE
ENCERRAMENTO DE SEMINÁRIO INTERNACIONAL E INAUGURAÇÃO DE EXPOSIÇÃO
O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo e o Instituto Terra e Memória, em Mação, recebem na próxima quarta-feira, 11 de Novembro de 2009, a visita de uma comitiva brasileira constituída por representantes do Estado de Santa Catarina, com destaque para a Prefeitura de S. José, com a presença do Prefeito Djalama Vando Berger, do Vereador da Câmara de Deputados Adriano de Brito e da Secretária de Acção Social Lurian Lula da Silva (filha do Presidente da República do Brasil).

A comitiva estará em Portugal no âmbito do Projecto “Porto Seguro”, coordenado pelo Museu de Mação e pelo Instituto Politécnico de Tomar, que promove a construção de uma plataforma permanente de relações, ao nível do património cultural, entre a União Europeia e o Brasil, pelo que serão assinados, neste dia, vários protocolos de cooperação entre os dois países, através do Município de Mação e do instituto Politécnico de Tomar.

Esta passagem por Mação marcará o encerramento do Seminário Internacional “Cadeias Operatórias na Cerâmica Arqueológica: um encontro entre culturas; um encontro entre várias disciplinas”, bem como a inauguração da Exposição Internacional “Índios Guaranis: um passado revisto pela cerâmica arqueológica", levada a cabo em Mação por investigadores e técnicos de Portugal e do estado brasileiro de Santa Catarina, que será inaugurada por Saldanha Rocha, Presidente da Câmara Municipal de Mação, e Djalama Vando Berger, Prefeito de S. José.

Refira-se ainda que, no âmbito do projecto “Porto Seguro” e na sequência de várias acções entretanto já levadas a cabo no Brasil, foi criado recentemente no Município brasileiro de S. José um Instituto Terra e Memória, associado ao de Mação.

Convidamo-lo, desde já, a estar presente na Cerimónia de Encerramento do Seminário Internacional e na Inauguração desta Exposição no Instituto Terra e Memória, em Mação, na próxima quarta-feira, 11 de Novembro de 2009, às 17h.

Pedras no caminho!

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte

80´s

Feira dos Santos!


A Feira dos Santos em Mação completa hoje 209 anos de tradição. É a mais antiga do Concelho e uma das mais conhecidas da região pela variedade que oferece:frutos secos, cereais, árvores de fruto, vimes, latoaria, olaria, utensílios agrícolas e muito mais. Este ano, e à semelhança do que tem acontecido desde 2000, a autarquia volta a realizar a reconstituição histórica da Feira, junto ao edifício dos Paços do Concelho.
in correio da Manhã
01 Novembro 2009
"Portugal de lés a lés"

Going...



saudades do calor do verão!!!!
de caminhar descalço na areia molhada,
de conversas ao fim da tarde!
e de copos noite adentro!!

Musica de momento!!!!






“O Professor de Darwin"

A Barraca viaja até Coimbra para apresentar uma das suas criações. Mais uma vez o Teatro da Cerca de São Bernardo, casa da companhia A Escola da Noite, será a sala anfitriã.
“O Professor de Darwin”, de Hélder Costa, apresenta ao público o professor John Henslow, de importantíssima influência na formação do jovem Charles Darwin, e a tertúlia que ele organizou na Universidade de Cambridge, berço de brilhantes cientistas e filósofos Ingleses e Irlandeses do século XIX.
A peça debruça-se sobre temas Universais como esclavagismo, racismo e nazismo e aborda, também, o debate actual entre Ciência e Criacionismo.
É um espectáculo que utiliza a poesia, a música e o humor para uma comunicação mais directa e lúdica com o público.

“Seis graus podem mudar o mundo”

O título do documentário é “Seis graus podem mudar o mundo” e poderão encontrar mais informações em:
http://www.natgeo.pt/programas/seis-graus


http://www.youtube.com/watch?v=L5Nq9SqNIJo&feature=player_embedded

Água, metano e dióxido de carbono- Pegasus


Os astrónomos da NASA conseguiram encontrar água, metano e dióxido de carbono num planeta gasoso gigante na constelação de Pegasus. É o segundo caso e um estudo das diferenças entre ambos pode, mais tarde, ajudar a reduzir a lista das possíveis Terras. Isto quando os mesmos ingredientes básicos de vida começarem a ser detectados em planetas rochosos
Água, metano e dióxido de carbono. Estes são os ingredientes básicos da vida que os astrónomos da agência espacial norte-americana (NASA) acabam de encontrar num planeta gasoso fora do nosso sistema solar. O facto de ser o segundo exoplaneta em que estas características são descobertas deixa os cientistas com esperança de que sejam afinal comuns e que em breve esses ingredientes possam ser encontrados num planeta rochoso - onde a vida tem mais hipóteses de se desenvolver.
Até agora, as moléculas orgânicas foram detectadas em dois gigantes gasosos. O último, maior que Júpiter, é conhecido por HD 209458b e está situado na constelação Pegasus, a 150 anos-luz da Terra. A descoberta foi feita graças ao Hubble - com a sua câmara de infravermelhos próximos - e ao Spitzer. Em Dezembro, os mesmos telescópios tinham revelado a existência desses ingredientes básicos no HD 189733b, a 63 anos-luz, na constelação de Raposa.
"É o segundo planeta fora do nosso sistema solar no qual água, metano e dióxido de carbono foram encontrados, que são potencialmente importantes para os processos biológicos nos planetas habitáveis", disse um responsável do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, em Pasadena. "Detectar componentes orgânicos em dois exoplanetas levanta agora a possibilidade de que se vai tornar comum encontrar planetas com moléculas que podem estar ligadas à vida", acrescentou.
Os astrónomos vão agora poder comparar os dois planetas - que apresentam, por exemplo, valores de metano diferentes. Este tipo de análise será depois necessário quando essas mesmas moléculas forem detectadas num planeta rochoso, de forma a reduzir a eventual lista de "novas Terras".
A NASA espera que esses mundos rochosos possam ser descobertos com o auxílio da sonda Kepler, que foi lançada no início deste ano. "Se detectarmos químicos orgânicos num planeta parecido com a Terra vamos querer perceber o suficiente sobre esse planeta para pôr de lado eventuais processos não relacionados com a existência de vida que podem levar à presença desses químicos", disse Swain.
"Estes objectos encontram-se muito longe para permitir enviar sondas, por isso a única forma que temos de conhecer alguma coisa sobre eles é apontar-lhes telescópios", lembrou o astrónomo do laboratório da NASA, explicando a importância dos espectómetros para determinar a sua química.
Além dos gigantes de gás, os cientistas já encontraram planetas rochosos, mas estavam demasiado próximo das respectivas estrelas para poder albergar vida. Outros, pelo contrário, são verdadeiros mundos de gelo.
Tags: Ciência

Evolução Terra!

Tin man





Bem do estilo, Feiticeiro de OZ!!!

Outras.... Arqueologias!

Lata....09

Fiesta!!

Em muito boa sintese!!!!!!



"Big Bang" / Origem do Sistema solar --> Formação da Terra e da Lua (4600 a 4500 Ma) --> Intenso bombardeamento por meteoritos, possivelmente eliminando, por várias vezes, a vida primitiva antes de alguma ter sobrevivido (4500 a 3800 Ma) --> a Vida estabelece-se definitivamente (4400 a 3800 Ma) --> primeiros indícios de Vida (estromatolitos) em rochas da Groenelândia (3800 Ma) --> primeiros fósseis semelhantes a cianobacterias, na Austrália e África do Sul (3500 Ma) --> aparição das primeiras células autotróficas/fotossíntese, libertação de O2 (3000 a 2500 Ma) --> atmosfera oxidante (2000 Ma) --> células eucarióticas (2000 a 1500 Ma) --> reprodução sexuada, acréscimo da variação genética e aceleração da Evolução biológica (1500 a 1000 Ma) --> organismos multicelulares (1000 a 700 Ma) --> multiplicação de animais providos de esqueleto (desde 540 Ma, Câmbrico) --> evolução de animais e plantas até a actualidade -->

Futuro --> redução drástica da diversidade devido à acção do Homem ( 2000 anos DC) --> aparição do Ciberóide, Homo virtualis (2050 a 2100 anos DC) --> extinção do Homo sapiens (2150 a 2500 anos DC) --> repovoamento do planeta por seres extra-solares (5000 a 6000 anos DC) --> Formação da segunda Lua devido a impacto de meteorito com as dimensões de Venus (10000 anos DC) (sorrisos) Saudações geológicas.
por: Paulo Legoinha(Univ. Nova de Lisboa)

BOOM 2010 -Water!!




Macacos e homens






Ardipithecus ramidus’ viveu há 4,4 milhões de anos.
Macacos e Homens tiveram evolução distinta há muito mais tempo.










A família que resultou no que chamamos humanidade está 1 milhão de anos mais velha. Cientistas descobriram um ancestral dos homens atuais de 4,4 milhões de anos. O Ardipithecus ramidus (ou apenas “Ardi”, como é carinhosamente chamado) foi descrito minuciosamente por uma equipe internacional de cientistas, que divulgou a descoberta em uma edição especial da revista “Science” desta semana.

O espécime analisado, uma fêmea, vivia onde hoje é a Etiópia 1 milhão de anos antes do nascimento de Lucy (estudado por muito tempo como o mais antigo esqueleto de ancestral humano).
“Este velho esqueleto inverte o senso comum da evolução humana”, disse o antropólogo C. Owen Lovejoy, da Universidade Estadual de Kent. Em vez de sugerir que os seres humanos evoluíram de uma criatura similar ao chimpanzé, a nova descoberta fornece evidências de que os chimpanzés e os humanos evoluíram de um ancestral comum, há muito tempo. Cada espécie, porém, tomou caminhos distintos na linha evolutiva.
‘Ardipithecus ramidus’ significa ‘raiz dos macacos terrestres’
“Este não é o ancestral comum, mas é o mais próximo que chegamos”, disse Tim White, diretor do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Os humanos atuais e os macacos modernos provavelmente tiveram um ancestral comum entre 6 milhões e 7 milhões de anos atrás.

Ardi, já andava na vertical, apesar de passar muito tempo nas árvores, como demonstra o dedo grande do pé semelhante ao dos chimpanzés. “O Ardipithecus ramidus não é um chimpanzé, mas também não é humano”, disse Tim White, co-autor do projecto.
Na linha cronológica da evolução do Homem, Ardi vem preencher um vazio existente entre os 6 milhões de anos do Homem do Milénio e os 3,2 milhões de Lucy.

“Estamos a apertar o cerco ao último antepassado comum entre Homem e chimpanzé. O Ardipithecus pode ser o antecessor de Lucy. Algures entre a Ardi e o Homem do Milénio está o elo que falta”, afirmou ao CM Eugénia Cunha, antropóloga da Universidade de Coimbra, para quem a Humanidade está mais próxima de descobrir como e quando deixou as árvores e adoptou o bipedismo: “Espero que o encontrem o quanto antes.”
Com Associated Press e Reuters

A Grécia Antes dos Gregos.













No Egeu, há vestígios de acampamentos paleolíticos somente na Grécia Continental e em algumas ilhas próximas ao continente. Não há vestígios anteriores ao Neolítico na costa ocidental da Anatólia, Creta ou Cíclades.

Até onde sabemos, os primeiros seres humanos visitaram a Península Balcânica há mais de 100.000 anos. Viveram em Petralona, na Calcídica, e na ilha da Eubéia, ao norte da Beócia. O mais antigo vestígio humano encontrado até hoje é um crânio fossilizado conhecido por "Petralona 1". A maioria dos cientistas acredita, após anos de vivas controvérsias, que ele pertenceu a um Homo heidebergensis, espécie imediatamente antecessora do Homo sapiens. A datação desse crânio é muito controversa e acredita-se, no momento, que ele tenha pelo menos 125.000 anos. Os primeiros intrumentos líticos deixados na Grécia são os da Caverna Asprochaliko, a sudeste da Argólida, datados do fim do Paleolítico Médio ou do início do Paleolítico Superior. Assinalam a época em que viveram os últimos representantes do H. heidelbergensis, o Homo neanderthalensis e também os mais antigos ancestrais do homem moderno, o Homo sapiens, em território grego. Segundo Harvati et. al. (2003), no início do Paleolítico Superior (c. 44.0000-38.000 anos AP), entre as comunidades do sul do Peloponeso, viveu pelo menos um grupo de Homo neanderthal. Vestígios humanos (um dente) e instrumentos líticos do tipo mousteriense foram encontrados na Caverna Lakonis, situada no litoral sudeste do Peloponeso, perto da moderna cidade de Gytheion.

Da cultura dos grupos humanos que vaguearam durante o Paleolítico Superior pelos territórios gregos conhecemos somente os instrumentos de pedra lascada, semelhantes aos de outras partes da Europa Ocidental e Oriental. Um dos mais bem conhecidos sítios arqueológicos dessa fase é a Caverna Franchthi (Argólida), ocupada provavelmente a partir de 35.000 AP, mais ou menos. Todos os caçadores-colectores paleolíticos eram nômadas, e portanto não se pode falar ainda em "povoamento" da Grécia ou de qualquer outro lugar. É bom frisar, aliás, que esses pioneiros, culturalmente ligados aos povos paleolíticos da Europa Oriental, não tinham nenhuma ligação com os "gregos" dos períodos históricos subsequentes, aparentados às culturas neolíticas da Ásia Ocidental. A obsidiana da ilha de Melos, a 150 km do continente, começou a ser utilizada na confecção de ferramentas a partir de -9000, pelo menos (Caverna Franchthi, Argólida). Isso demonstra que, apesar de seus recursos primitivos, os caçadores-colectores paleolíticos eram capazes de atravessar o litoral à procura de matéria-prima adequada. Não há evidências de ocupação das Cíclades, a despeito da presença da obsidiana de Melos na Argólida. As únicas ilhas com vestígios do Paleolítico são a Eubéia, Corfu e Zacinto, próximas ao continente. Na península balcânica e ilhas vizinhas não há obras comparáveis à arte mural e portátil, às estatuetas femininas com atributos sexuais proeminentes, aos falos ou aos sepultamentos encontrados nas culturas paleolíticas das demais partes da Europa e Ásia. A ausência de evidências directas, no entanto, não significa necessariamente que os caçadores paleolíticos da Grécia Continental não tivessem as mesmas crenças ou a mesma capacidade artística de seus contemporâneos de outras regiões. A cultura material do Paleolítico europeu é notavelmente homogênea, e assim pode-se imaginar simplesmente que as evidências existem e ainda não foram descobertas ou, então, que a constante luta pela sobrevivência não tivesse deixado aos caçadores-colectores da península balcânica tempo suficiente para expressá-las. Alguns instrumentos de pedra lascada, vestígios de caçadores paleolíticos, foram encontrados em uma caverna próxima a Liopetri, no sul da ilha de Chipre. Não se sabe se a ocupação durou algum tempo, ou se foram apenas navegantes de passagem pela ilha.

http://greciantiga.org

Referências
Katerina Harvati, Eleni Panagopoulou and Panagiotis Karkanas, First Neanderthal remains from Greece: the evidence from Lakonis, Journal of Human Evolution 45, p. 465–73, 2003.

Musica Pré-Historica!

Acaba de ser editado um disco muito original. Chama-se "dança das pedras altas" e é de autoria do projecto Chukas (Jorge Ribeiro, César Prata e Julieta Silva). A edição é do Igespar e do Parque Arqueológico do Vale do Coa.
É uma autêntica surpresa! Pois o disco contém, nada mais nada menos, que "música" do Paleolítico! Melhor: uma aproximação à expressão musical do Paleolítico. Chukas utiliza paus, sementes, ossos, hastes, pedras e, claro, a voz humana. Faz todo o sentido, pois, que a obra tenha sido editada pelo Parque do Vale do Côa.
É com propostas como estas que, paradoxalmente (pelo facto dos sons deste disco serem ancestrais), a nossa terra avança. Parabéns!
Espreite aqui um dos temas deste projecto.

http://cafe-mondego.blogspot.com/2009/10/musica-do-paleolitico.html

Paleolitico inferior

Mação - O JoGo!!


Através de um jogo de computador o utilizador é convidado a visitar o património cultural europeu. A visita virtual inclui a arte rupestre do Concelho de Mação.

Graças ao apoio da Comissão Europeia, um consórcio académico europeu, coordenado em Portugal pelo Instituto Politécnico de Tomar, criou um novo software: “TiE – Viajar na Europa”.

O “TiE Game” é um jogo de computador multi-utilizador, que permite experimentar uma espécie de “InterRail” virtual. Através do jogo é possível visitar o património cultural de várias cidades europeias, como Praga, Génova, Estrasburgo, Cluj, Maribor, ou Plovdiv. Também é possível passar por Portugal, visitando a Vila de Mação, bem como alguns dos seus núcleos de arte rupestre.


O jogo permite que os utilizadores comuniquem entre si, partilhando as suas experiências. Inclui também um conjunto de tarefas (mini-jogos) que permitem ao utilizador ganhar pontos. Essas tarefas relacionam-se com as características culturais de cada local visitado. Uma das tónicas do jogo é a adopção de uma filosofia de código-aberto e de participação livre. Os jogadores são não só convidados a jogar, como também a contribuir com novas reconstruções e mini-jogos.

O “TiE Game” foi desenvolvido por um consórcio de oito países, com o apoio do programa europeu Cultura 2000, num projecto designado como “Travel in Europe”. A participação portuguesa esteve a cargo do Instituto Politécnico de Tomar.

O lançamento oficial do jogo está marcado para o dia 8 de Outubro, numa acção simultânea nos oito países envolvidos.



fonte:http: //www.oribatejo.pt/

Descoberto anel gigante de Saturno


O telescópio espacial Spitzer descobriu o maior e nunca antes visto anel em torno do planeta Saturno. O anel é tão grande que no seu diâmetro cabem alinhados mil milhões de planetas do tamanho da Terra.
A descoberta foi feita por cientistas da agência Espacial Americana (NASA). A parte mais densa do anel fica a cerca de seis milhões de quilómetros de Saturno e estende-se por outros 12 milhões de quilómetros, noticia a BBC. A altura do anel é 20 vezes maior do que o diâmetro do Planeta Terra. Um artigo sobre esta descoberta já foi publicado na revista cientifica Nature.
Os cientistas da Nasa usaram uma câmara de infravermelhos a bordo do telescópio Spitzer para verem este fenómeno. De acordo com Anne Verbiscer, da Universidade da Virgínia em Charlottesville, o anel é praticamente invisível por telescópios que utilizam luz, uma vez que é formado por uma fina camada de gelo e por partículas de poeira bastante difusas.
Os cientistas acreditam que é a lua Phoebe, também de Saturno, que contribui com material para a formação do anel gigante quando esta é atingida por cometas.
Esta descoberta poderá ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da astronomia, a Lua de Lapetus, também de Saturno. Esta lua tem um lado mais escuro e um lado mais claro.
O anel gigante gira na mesma direcção de Phoebe e na direcção oposta a Lapetus e às outras luas e anéis de Saturno.
Uma das peculiaridades do anel recém-descoberto é que está a 27 graus de inclinação do eixo principal e mais visível anel de Saturno.
De acordo com a agência EFE, até agora, o maior anel deste planeta e também do sistema solar era o «E».

Ambiente na península ibérica reúne cientistas

Mais de uma centena de especialistas portugueses e espanhóis estiveram reunidos na UAlg, entre 5 e 9 de Outubro, para debater o ambiente na Península Ibérica.
Na VII REQUI, estiveram em debate esta e outras questões relacionadas com a história do clima da Terra e da Península.
O tema central do encontro será o futuro do ambiente da Península Ibérica inferido a partir do passado geológico recente, com enfoque especial para os últimos 10 mil anos do Quaternário, que começou há 1,6 milhões de anos.
Actualmente vivemos no Holocénico, como são conhecidos os últimos 10 mil anos da Era Quaternária da história da Terra. Há todavia opiniões de que na realidade, no presente, já entrámos no Antropocénico, período assim baptizado devido ao imenso impacte que a intervenção humana tem vindo a ter sobre o ambiente do planeta.

O Prof. Tomasz Boski, geólogo, coordenador do CIMA é um dos especialistas na Era do Quaternário que defende esta hipótese: “A actividade humana tem provocado alterações ambientais de tal magnitude que superam frequentemente a variabilidade natural.”
Um exemplo do impacte da actividade humana são as variações do CO2 na atmosfera terrestre, que de forma natural oscilaram entre as 200 partes por milhão/volume (ppmv), há 15 mil anos, e as 280 ppmv há 5000 anos, estando estes valores provavelmente relacionados com a subida do nível dos oceanos: “quando o oceano avança retém nutrientes que suportam a fotossíntese marinha e quando há menos nutrientes haverá menos plâncton, logo menos CO2 é retirado da atmosfera”.
Neste momento, o teor de CO2 na atmosfera alcançou já as 385 ppmv. A diferença, correspondente a 200 biliões de toneladas de carbono na atmosfera, deve-se “exclusivamente à actividade humana, que já alterou certos parâmetros do sistema atmosférico para além da sua variabilidade natural”.

As tão procuradas previsões dos cenários ambientais futuros só podem ser conseguidas através da compreensão das relações entre os fenómenos actuantes à escala global, regional e local, o que exige a integração de informação de carácter multidisciplinar, daí a importância de cruzar informação com os especialistas que em Espanha se debruçam sobre a Era do Quaternário.
“O intercâmbio científico entre os quaternaristas de Portugal e de Espanha através das reuniões bianuais REQUI existe já há mais de vinte anos. Além de promover a discussão e a divulgação dos mais recentes desenvolvimentos do nosso conhecimento sobre a evolução recente do clima, das paisagens, dos ecossistemas e da adaptação do Homem a essas mudanças.

Origens do fado...