Algumas curiosidades sobre o Natal

Até ao ano 350 d. C., os cristãos não celebravam o Natal. Nesta data os romanos prestavam homenagem ao deus Saturno e os germânicos e os celtas faziam as grandes festas do Solstício de Inverno.
Foi o Papa Júlio I que mandou fazer um estudo rigoroso sobre o nascimento de Cristo. O primeiro Natal cristão, celebrado a 25 de Dezembro, ocorreu no ano 350 d. C.

Quando surgiram os presépios no Natal?
Só na Idade Média, em 1223, S. Francisco de Assis terá montado, em argila, o primeiro presépio do mundo. Mais tarde os franciscanos espalharam este costume.

E a árvore de Natal?
Por esta altura do ano, em Dezembro, os egípcios colocavam em casa galhos verdes de palmeiras no dia mais curto do ano, como símbolo de triunfo da vida sobre a morte.
Os romanos enfeitavam árvores em honra de Saturno e os druídas celtas decoravam carvalhos velhos com maçãs douradas.

A primeira referência a uma “Árvore de Natal” surgiu em 1510 no início do século XVI, na Lituânia. Martinho Lutero terá sido o primeiro a colocar uma estrela brilhante no cimo de uma árvore de Natal decorada com velas.
A tradição espalhou-se da Alemanha para o resto do mundo.
Em Portugal, o Rei D. Fernando II (duque alemão casado com a rainha D. Maria II) fez pela primeira vez uma árvore de Natal. Mascarou-se de S. Nicolau (Pai Natal) e colocou num dos salões do Palácio da Pena, em Sintra, um pinheiro enfeitado com velas, bolas e frutos. Estávamos no ano de 1844. A rainha ficou encantada e os seus filhos deliraram!

Porque se trocam presentes na Natal?
Tudo indica que a tradição da entrega de presentes no Natal surgiu graças aos Reis Magos que ofereceram presentes ao Menino Jesus (ouro, incenso e mirra).
Os romanos trocavam velas de cera e estatuetas ou bonecos de terracota nas festas de homenagem ao deus Saturno.
O costume de colocar presentes debaixo da árvore de Natal surgiu no reinado de Isabel I (filha de Henrique VIII) na Inglaterra, no século XVI.

Quando surgiu o Pai Natal?
O Pai Natal foi inspirado em São Nicolau , arcebispo na Turquia, que viveu no século IV. São Nicolau costumava ajudar as pessoas, colocando um saco com moedas de ouro na chaminé das casas.
Diz a lenda que o Pai Natal mora na Lapónia, Finlândia. Na noite de Natal, percorre o mundo inteiro no seu trenó puxado pelas renas voadoras, Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago para distribuir presentes às crianças de todo mundo.

Para saberes mais sobre o Natal e Tradições:
http://natalnatal.no.sapo.pt/pag_simbolos/significado_natal.htm

http://www.publico.pt/Sociedade/o-nosso-natal-e-como-o-dos-principes-do-seculo-xix_1472199


Publicada por Museu Nacional de Arqueologia

"Paisagem artística" na Zimbreira - Mação



Alguns já devem ter tido oportunidade de observar as grandes bandas de manga Plástica Branca no Castelo Velho da Zimbreira, aqueles que ainda não viram poderão ficar curiosos para ir ver.Este projecto “Paisagem Artística na Zimbreira”, está inserido no programa Transformations e trata-se de uma instalação artística desenvolvida por Dagros Gheorghiu da Universidade de Belas Artes de Bucareste, Roménia, com apoio da Comissão Europeia.Entre 18 e 28 de Novembro a equipa do Museu e Dragos Gheorghiu, com a colaboração da Câmara Municipal de Mação, trabalharam em conjunto no Castelo Velho da Zimbreira para a instalação artística a grande escala. É uma instalação em que as grandes bandas de manga plástica Branca com uma dimensão de meio km, têm a intenção, não de simular mas sim de invocar as antigas muralhas do sítio arqueológico em tempos existente no castelo velho da Zimbreira.Desta forma este projecto transporta as pessoas ao passado, tendo como meio de transporte a arte contemporânea, que de uma forma muito orgânica se funde e se destaca num paradoxo na paisagem. Com esta obra artística, Mação dá mais um passo na valorização do circuito turístico-cultural do Ocreza, que terá futuras concretizações também em colaboração com a Junta de Freguesia de Envendos.

Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do TejoLargo Infante D. Henrique, 6120-721 MaçãoTlf: 241571477
CIAAR-Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto RibatejoLg. do Chafariz nº 3, Ap. 32 2260-419 V. N. Barquinha Tlf: 249711209







Feira de Minerais Coimbra 2010


A XVI feira Internacional de minerais de Coimbra vai realizar-se nos próximos dias 26, 27 e 28 de Novembro entre as 10.00h e as 20.00h no Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Coimbra. Vai contar com a presença de cerca de 15 expositores tanto Nacionais como Estrangeiros.
Vale a pena visitar esta feira ímpar em Coimbra em que pode encontrar desde minerais para colecção, fósseis, artigos de bijutaria, pedras preciosas e semi-preciosas, material didáctico, entre outros

"Documentários do Mundo" em Mação


Na próxima quinta feira, dia 18 de Novembro, pelas 21 horas, terá inicio no Instituto Terra e Memória de Mação o ciclo "Documentários do Mundo", parte do projecto Transformations (coordenado pelo Instituto Politécnico de Tomar, do qual o Município de Mação é parceiro, e que foca a transformação das paisagens através de intervenções artísticas). O ciclo de documentários tenta levar à população de Mação diferentes realidades do mundo, estimulando o debate público e solidário de temáticas como o meio-ambiente, a luta contra a pobreza, ou a imigração.
Este ciclo começa com MAPOCHO (2009) do realizador chileno Cristóbal Zapata. O documentário, vencedor de diversos prémios no Chile e na restante América Latina, apresenta a "história de vida" do rio Mapocho, que nasce puro e cristalino na Cordilheira dos Andes, passando pelo meio de Santiago de Chile (cidade com mais 6 milhões de habitantes), agonizando a sua morte nas águas do Oceano Pacífico.

MAPOCHO será comentado por Rui Reis, Biólogo e porta voz do Movimento ProTejo e Boris Santander, Arqueólogo e Investigador do Instituto Terra e Memoria de Mação.

Hoje cozinhei Chucrute!!




Há diversas receitas diferentes para prepará-lo, desde a mais tradicional, contando apenas com o repolho, água e sal, até receitas mais elaboradas, utilizando vinho branco, farinha de trigo, gengibre, cravo-da-índia e alcaravia. É feito em muitas regiões da Europa e Estados Unidos.
Chucrute é repolho fermentado naturalmente, com condimentos. Joelho de porco salsicha ;Sabe-se que os romanos tinham receitas à base de repolho crú e que o repolho fatiado e fermentado em vinagre de arroz era servido aos operários que trabalharam na construção da grande muralha da China.

Esta técnica alimentar chinesa teria chegado aos povos eslavos, na Europa Ocidental, através dos mongóis. E foi muito bem recebida, pois as vitaminas e bactérias lácteas contidas no chucrute se mostraram muito saudáveis e excelentes aliados do organismo para enfrentar o rigoroso inverno.

O Chucrute, hoje, é consumido em praticamente toda a Europa e no Brasil, onde se identifica naturalmente como acompanhamento de pratos de origem alemã.

Rupestre Experimental

Arqueologia experimental -pigmentos




Arte Rupestre


Pintura Pego da Rainha -Mação

A piedra de la quadricula

REGINA



Fiquei a gostar de proto-história!!!
Império Romana rula!!!

Halloween




A origem do halloween remonta às tradições dos povos entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às actuais abóboras ou da famosa frase "Doces ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro e marcava o fim do verão.
A celebração do Halloween tem duas origens, que na História se foram misturando:
A origem Pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objectivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor.

Origem Católica: Desde o século IV a Igreja consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente.

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening → Hallowe'en → Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua portuguesa.
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.
A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.
Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio.
Vemos, portanto, que a actual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa.

MoonSpeel


A banda mostrou pela primeira vez aos fãs versões de electricidade reduzida de algumas das canções que os tornaram a banda portuguesa de heavy metal com mais peso no exterior.

Cronologías Regina, Llerena, Spain

Anos BC / AD Periodos Vestígios
1.300.000 - 200.000 Paleolítico Inferior Glaciaciones. Caza. Bandas. Cuevas.
Piedra tallada. Arco y flecha.
Arte Rupestre.
200.000 - 42.000 Paleolítico Medio
42.000 - 11.000 Paleolítico Superior

11.000 - 7.000 Epipaleolítico Grupos cazadores y recolectores.
Nomadismo. Transición.

6.000 - 2.500 Neolítico Sedentarismo. Agricultura y domesticación.
Piedra pulimentada. Cerámica. Tejido.
Primeros poblados. Culto a la Diosa Madre.
Arquitectura funeraria. Dólmenes.

2.500-1800 Calcolítico Trabajo del cobre. Jerarquías.
Apogeo megalitismo. Vaso Campaniforme.

1.800 - 650 Edad del Bronce Desarrollo de la metalurgia.
Caballo como montura. Carro.Arado.
Aristocracia guerrera.
Necrópolis. Incineración.

650 - 218 Edad del Hierro Uso del hierro. Mejora de armamento. Torno cerámico. Telar. Colonizaciones. Urbanismo. Asentamientos fortificados (oppida, castros).

218 - 27 Romano Republicano Romanización culturas autóctonas. Fundación de ciudades y provincias. Arquitectura militar. Obra Pública. Calzadas y Vías

27 BC - 476 AD Romano Imperial

476 - 1050 Alta Edad Media Paleocristiano.
Invasiones germánicas: alanos, suevos y visigodos. Caída del Imperio Romano de Occidente. Creación y consolidación del Imperio Bizantino. Dominio visigodo. Imperio de Ghana. Expansión y dominio musulmán (Califato Dependiente e Independiente). Formación de los reinos cristianos. Formación del Califato de Córdoba. Reinos Cristianos. Reinos de Taifas. Invasiones de almorávides, almohades y benimerines. Imperio de Mali. Feudalismo. Castillos y alcazabas. Grandes catedrales, mezquitas y sinagogas. Monasterios. Peregrinaciones.

1050 - 1300 Plena Edad Media
1300 - 1492 Baja Edad media

1492 - 1789 Edad Moderna
(siglos XV - XVIII) Caída del Reino Nazarí de Granada. Caída del Imperio Bizantino. Expulsión de los judíos y moriscos de España y Portugal. Desarrollo burguesía y humanismo. Florecimiento fuentes clásicas greco-romanas. Palacios. Coleccionismo y gabinetes de antiguedades. Exploracions, conquistas y expediciones de ultramar. Renacimiento. Barroco. Neoclásico.

1789 - Actualidad Edad Contemporánea
(siglos XVIII - XXI) Industrialización. Colonización europea de África. Creación de los estados. Planificación urbanística y del territorio. Modernismo. Funcionalismo arquitectónico.

Regina, Spain - Roman civita


El yacimiento arqueológico de Regina se localiza en el término municipal de Casas de Reina, pequeño localidad de la Ccimpiño Sur, comarca situado al Suroeste de la Comunidad Autonómo de Extremodura.
Desde la N.630 (Ruta de la Plata) en Zafra, se accede por la N.432 (Badajoz-Granado) hasta llereno, a SKm. de esta ciudad por la carretera en dirección a Guadalconal se encuentra Casas de Reina y el lugar de las ruinas romanas de Regina.

A unos 1.500 metros de la población de Casas de Reina se hallan las ruinas de la antigua ciudad romana de Regina, cuya fundación, resultado de la unificación de diversos núcleos de población de los que el más importante se ubicó en el cerro de la Alcazaba de Reina, tendría lugar en el siglo I d.C. los motivos de la creación de la ciudad estuvieron íntimamente ligados a razones económicas: abundancia de minas, buenos terrenos agrícolas, zonas boscosas, abundancia de agua. El paso de la calzada que unía Augusta Emérita con Híspalis vivificó la población a lo largo de los siglos.
Por diversos autores antiguos, entre ellos el naturalista Plinio, sabemos que la ciudad y su territorio formaron porte de la antigua demarcación geográfica denominado Baeturia turdulorum, la que más tarde ocupó el conventus cordubensis. Gracias a diversos epígrafes y documentos aparecidos en las excavaciones conocemos algunos datos, pocos, de su historia, de sus habitantes, algunos de raigambre itálica e incluso de procedencia oriental, quienes rindieron culto a las divinidades oficiales del estado, a las orientales y a los dioses del terruño.

Desde 1.978 se vienen practicando excavaciones arqueológicas en este importante yacimiento, tanto en el teatro como en el área central de la antigua ciudad, donde se ubicó el foro.
Los trabajos en el teatro han dado como resultado la recuperación de un interesante ejemplar de la arquitectura hispano-romana de la segundo mitad del siglo I d.C., quizá de tiempos de Nerón. Su estado de conservación es excelente.

Cruzando nuevas terras!


Ágora




Ágora era a praça principal na constituição da pólis, a cidade grega da Antiguidade clássica. Normalmente era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres em seus limites, assim como por edifícios de caráter público. Enquanto elemento de constituição do espaço urbano, a ágora manifesta-se como a expressão máxima da esfera pública na urbanística grega, sendo o espaço público por excelência. É nela que o cidadão grego convive com o outro, onde ocorrem as discussões políticas e os tribunais populares: é, portanto, o espaço da cidadania. Por este motivo, a ágora (assim como o pnyx, o espaço de realização das eclesias) era considerada um símbolo da democracia direta, e, em especial, da democracia ateniense, na qual todos os cidadãos tinham igual voz e direito a voto. A de Atenas, por este motivo, também é a mais conhecida de todas as ágoras nas póleis da antiguidade.

Agora é o título de um filme espanhol dirigido por Alejandro Amenábar, lançado na Espanha, em 9 de outubro de 2009. O filme é estrelado por Rachel Weisz e Max Minghela e relata a história da filósofa Hipátia, que viveu em Alexandria, no Egito, entre os anos 355 e 415, época da dominação romana. Durante o relato, a história apresenta uma licença romântica, incluindo uma ligação entre Hipátia e um de seus escravos.

O filme relata a história de Hipátia, filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 da nossa era. Única personagem feminina do filme, Hipátia ensina filosofia, matemática e astronomia na Escola de Alexandria, junto à Biblioteca. Resultante de uma cultura iniciada com Alexandre Magno, passando depois pela dominação romana, Alexandria é agitada por ideais religiosos diversos: o cristianismo, que passou de religião intolerada para religião intolerante, convive com o judaísmo e a cultura greco-romana.

Hipátia tem entre seus alunos Orestes, que a ama, sem ser correspondido, e Sinésius, adepto do cristianismo. Seu escravo Davus também a ama, secretamente. Hipátia não deseja casar-se, mas se dedica unicamente ao estudo, à filosofia, matemática, astronomia, e sua principal preocupação, no relato do filme, é com o movimento da terra em torno do sol.

Mediante os vários enfrentamentos entre cristãos, judeus e a cultura greco-romana, os cristãos se apoderam, aos poucos, da situação, e enquanto Orestes se torna prefeito e se mantém fiel ao seu amor, o ex-escravo Davus (que recebeu a alforria de Hipátia) se debate entre a fé cristã e a paixão. O líder cristão Cyril domina a cidade e encontra na ligação entre Orestes e Hipátia o ponto de fragilidade do poder romano, iniciando uma campanha de enfraquecimento da influência de Hipátia sobre o prefeito, usando as escrituras sagradas para acusá-la de ateísmo e bruxaria.

Além de narrar a vida e a morte de Hipátia, pode-se observar de forma nítida o conflito entre cristãos e e pagãos. De um lado temos o cristianismo, ganhando força de atuação junto ao judaísmo; do outro temos a religião politeísta Greco-romana, com a adoração de estátuas (proibida pela Bíblia)que representavam seus numerosos deuses. Por outro lado, é interessante observar como a mulher era vista. Segunda a Bíblia, "a mulher deve obediência ao homem", mas Hypátia não se permitia ser subordinada a ninguém. Por ter se recusado a se converter ao Cristianismo, foi acusada de ateísmo e bruxaria, julgada de forma vil e apedrejada. Pesquisadores ainda contam que Hipátia, foi humilhada por cristãos que queriam puni-la e mutilada após ser apedrejada.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre




A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.

Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.

Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos.

Casório Jon&An

dIVuLGanDo


Sexo... e então?! - uma exposição sem tabus no Pavilhão do Conhecimento

O que é estar apaixonado?
Rigorosa, atractiva e sem tabus. Assim é a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva. Sexo... e então?! explica o amor e a sexualidade de uma forma clara e divertida ao público pré-adolescente (dos 9 aos 14 anos) e também diz respeito às famílias, aos educadores e ao público em geral.
A inauguração oficial terá lugar na próxima segunda-feira, dia 18, às 18h30, e contará com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, e da Presidente da UniverScience, Claudie Haigneré.
Dividida em cinco grandes áreas, esta mostra tem a chancela da Cité des Sciences et de l´Industrie de La Vilette, Paris. O rigor científico dos conteúdos foi garantido pela supervisão de um grupo de especialistas em educação para a infância e adolescência que acompanharam a revisão da tradução dos textos originais.
Em Sexo... e então?!
Será que no amor vale tudo?
Nesta exposição, que também alerta para a questão da pedofilia, existe ainda uma área interdita aos adultos onde os mais novos poderão conhecer sem tabus o mapa do corpo masculino e feminino, aprender o que é uma erecção e saber a que se referem realmente as raparigas quando dizem que "Estão de bandeira vermelha".
Painéis explicativos mostram, através de ilustrações, como se faz sexo ou qual a função de cada contraceptivo.

Sexo... e então?! pode ser visitada até 28 de Agosto de 2011. Associada à exposição decorrerão actividades complementares, como debates, palestras e ateliês.
Mais informações em www.pavconhecimento.pt

Esperamos a sua visita!

JIA 2010

AIDSday

10.10.10.10

Um momento ÚNICO nas nossas vidas: no ano de 2010, no 10º mês (Outubro), dia 10, às 10 horas... 10. 10. 10. 10... ainda por cima domingo!!

Museu do Vale do Côa




18 (in)utilidades sobre mim:

1.Sou um curioso em História da Terra; 2. Não tenho medo de andar de avião; 3. Gosto de animais; 4. Sem despertador não acordo; 5. Tenho alergia a chocolate; 6.Digo que não sei cozinhar; 7. Não jogo na lotaria; 8. Sou a favor do sexo livre sem compromissos; 9. Não tenho cor favorita; 10. Adoro Musica; 11. Sou noctívago; 12. Odeio incompetência; 13. Não fui à tropa; 14. Nunca vi um jogo de futebol inteiro; 15. Não gosto de provar comida; 16. Detesto condutores de domingo; 17. Detesto sardinhas assadas; 18. Gosto de electrodomésticos do tipo:"é só carregar no botão e já está!".

Centenário da República - 2010

Latada Coimbra




Para qem possa interessar!!

Congresso arqueologia em Silves

Geologia no Brasil


De 26 de setembro a 1º de outubro, Belém sediará o 45º Congresso Brasileiro de Geologia, após 22 anos de hiato.


Trata-se do maior evento das Geociências no Brasil, em que as mudanças ambientais nortearão as discussões.
Grande sugestão de pauta, com inúmeros tópicos - do aspecto cultural ao científico -, poderão ser explorados , o texto encontra-se disponível no blog: www.maquinacomunicacao.blogspot.com
Programações científica, social e cultural: www.45cbg.com.br

As plenárias serão abertas ao grande público!