Cronologías Regina, Llerena, Spain

Anos BC / AD Periodos Vestígios
1.300.000 - 200.000 Paleolítico Inferior Glaciaciones. Caza. Bandas. Cuevas.
Piedra tallada. Arco y flecha.
Arte Rupestre.
200.000 - 42.000 Paleolítico Medio
42.000 - 11.000 Paleolítico Superior

11.000 - 7.000 Epipaleolítico Grupos cazadores y recolectores.
Nomadismo. Transición.

6.000 - 2.500 Neolítico Sedentarismo. Agricultura y domesticación.
Piedra pulimentada. Cerámica. Tejido.
Primeros poblados. Culto a la Diosa Madre.
Arquitectura funeraria. Dólmenes.

2.500-1800 Calcolítico Trabajo del cobre. Jerarquías.
Apogeo megalitismo. Vaso Campaniforme.

1.800 - 650 Edad del Bronce Desarrollo de la metalurgia.
Caballo como montura. Carro.Arado.
Aristocracia guerrera.
Necrópolis. Incineración.

650 - 218 Edad del Hierro Uso del hierro. Mejora de armamento. Torno cerámico. Telar. Colonizaciones. Urbanismo. Asentamientos fortificados (oppida, castros).

218 - 27 Romano Republicano Romanización culturas autóctonas. Fundación de ciudades y provincias. Arquitectura militar. Obra Pública. Calzadas y Vías

27 BC - 476 AD Romano Imperial

476 - 1050 Alta Edad Media Paleocristiano.
Invasiones germánicas: alanos, suevos y visigodos. Caída del Imperio Romano de Occidente. Creación y consolidación del Imperio Bizantino. Dominio visigodo. Imperio de Ghana. Expansión y dominio musulmán (Califato Dependiente e Independiente). Formación de los reinos cristianos. Formación del Califato de Córdoba. Reinos Cristianos. Reinos de Taifas. Invasiones de almorávides, almohades y benimerines. Imperio de Mali. Feudalismo. Castillos y alcazabas. Grandes catedrales, mezquitas y sinagogas. Monasterios. Peregrinaciones.

1050 - 1300 Plena Edad Media
1300 - 1492 Baja Edad media

1492 - 1789 Edad Moderna
(siglos XV - XVIII) Caída del Reino Nazarí de Granada. Caída del Imperio Bizantino. Expulsión de los judíos y moriscos de España y Portugal. Desarrollo burguesía y humanismo. Florecimiento fuentes clásicas greco-romanas. Palacios. Coleccionismo y gabinetes de antiguedades. Exploracions, conquistas y expediciones de ultramar. Renacimiento. Barroco. Neoclásico.

1789 - Actualidad Edad Contemporánea
(siglos XVIII - XXI) Industrialización. Colonización europea de África. Creación de los estados. Planificación urbanística y del territorio. Modernismo. Funcionalismo arquitectónico.

Regina, Spain - Roman civita


El yacimiento arqueológico de Regina se localiza en el término municipal de Casas de Reina, pequeño localidad de la Ccimpiño Sur, comarca situado al Suroeste de la Comunidad Autonómo de Extremodura.
Desde la N.630 (Ruta de la Plata) en Zafra, se accede por la N.432 (Badajoz-Granado) hasta llereno, a SKm. de esta ciudad por la carretera en dirección a Guadalconal se encuentra Casas de Reina y el lugar de las ruinas romanas de Regina.

A unos 1.500 metros de la población de Casas de Reina se hallan las ruinas de la antigua ciudad romana de Regina, cuya fundación, resultado de la unificación de diversos núcleos de población de los que el más importante se ubicó en el cerro de la Alcazaba de Reina, tendría lugar en el siglo I d.C. los motivos de la creación de la ciudad estuvieron íntimamente ligados a razones económicas: abundancia de minas, buenos terrenos agrícolas, zonas boscosas, abundancia de agua. El paso de la calzada que unía Augusta Emérita con Híspalis vivificó la población a lo largo de los siglos.
Por diversos autores antiguos, entre ellos el naturalista Plinio, sabemos que la ciudad y su territorio formaron porte de la antigua demarcación geográfica denominado Baeturia turdulorum, la que más tarde ocupó el conventus cordubensis. Gracias a diversos epígrafes y documentos aparecidos en las excavaciones conocemos algunos datos, pocos, de su historia, de sus habitantes, algunos de raigambre itálica e incluso de procedencia oriental, quienes rindieron culto a las divinidades oficiales del estado, a las orientales y a los dioses del terruño.

Desde 1.978 se vienen practicando excavaciones arqueológicas en este importante yacimiento, tanto en el teatro como en el área central de la antigua ciudad, donde se ubicó el foro.
Los trabajos en el teatro han dado como resultado la recuperación de un interesante ejemplar de la arquitectura hispano-romana de la segundo mitad del siglo I d.C., quizá de tiempos de Nerón. Su estado de conservación es excelente.

Cruzando nuevas terras!


Ágora




Ágora era a praça principal na constituição da pólis, a cidade grega da Antiguidade clássica. Normalmente era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres em seus limites, assim como por edifícios de caráter público. Enquanto elemento de constituição do espaço urbano, a ágora manifesta-se como a expressão máxima da esfera pública na urbanística grega, sendo o espaço público por excelência. É nela que o cidadão grego convive com o outro, onde ocorrem as discussões políticas e os tribunais populares: é, portanto, o espaço da cidadania. Por este motivo, a ágora (assim como o pnyx, o espaço de realização das eclesias) era considerada um símbolo da democracia direta, e, em especial, da democracia ateniense, na qual todos os cidadãos tinham igual voz e direito a voto. A de Atenas, por este motivo, também é a mais conhecida de todas as ágoras nas póleis da antiguidade.

Agora é o título de um filme espanhol dirigido por Alejandro Amenábar, lançado na Espanha, em 9 de outubro de 2009. O filme é estrelado por Rachel Weisz e Max Minghela e relata a história da filósofa Hipátia, que viveu em Alexandria, no Egito, entre os anos 355 e 415, época da dominação romana. Durante o relato, a história apresenta uma licença romântica, incluindo uma ligação entre Hipátia e um de seus escravos.

O filme relata a história de Hipátia, filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 da nossa era. Única personagem feminina do filme, Hipátia ensina filosofia, matemática e astronomia na Escola de Alexandria, junto à Biblioteca. Resultante de uma cultura iniciada com Alexandre Magno, passando depois pela dominação romana, Alexandria é agitada por ideais religiosos diversos: o cristianismo, que passou de religião intolerada para religião intolerante, convive com o judaísmo e a cultura greco-romana.

Hipátia tem entre seus alunos Orestes, que a ama, sem ser correspondido, e Sinésius, adepto do cristianismo. Seu escravo Davus também a ama, secretamente. Hipátia não deseja casar-se, mas se dedica unicamente ao estudo, à filosofia, matemática, astronomia, e sua principal preocupação, no relato do filme, é com o movimento da terra em torno do sol.

Mediante os vários enfrentamentos entre cristãos, judeus e a cultura greco-romana, os cristãos se apoderam, aos poucos, da situação, e enquanto Orestes se torna prefeito e se mantém fiel ao seu amor, o ex-escravo Davus (que recebeu a alforria de Hipátia) se debate entre a fé cristã e a paixão. O líder cristão Cyril domina a cidade e encontra na ligação entre Orestes e Hipátia o ponto de fragilidade do poder romano, iniciando uma campanha de enfraquecimento da influência de Hipátia sobre o prefeito, usando as escrituras sagradas para acusá-la de ateísmo e bruxaria.

Além de narrar a vida e a morte de Hipátia, pode-se observar de forma nítida o conflito entre cristãos e e pagãos. De um lado temos o cristianismo, ganhando força de atuação junto ao judaísmo; do outro temos a religião politeísta Greco-romana, com a adoração de estátuas (proibida pela Bíblia)que representavam seus numerosos deuses. Por outro lado, é interessante observar como a mulher era vista. Segunda a Bíblia, "a mulher deve obediência ao homem", mas Hypátia não se permitia ser subordinada a ninguém. Por ter se recusado a se converter ao Cristianismo, foi acusada de ateísmo e bruxaria, julgada de forma vil e apedrejada. Pesquisadores ainda contam que Hipátia, foi humilhada por cristãos que queriam puni-la e mutilada após ser apedrejada.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre




A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.

Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.

Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos.

Casório Jon&An

dIVuLGanDo


Sexo... e então?! - uma exposição sem tabus no Pavilhão do Conhecimento

O que é estar apaixonado?
Rigorosa, atractiva e sem tabus. Assim é a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva. Sexo... e então?! explica o amor e a sexualidade de uma forma clara e divertida ao público pré-adolescente (dos 9 aos 14 anos) e também diz respeito às famílias, aos educadores e ao público em geral.
A inauguração oficial terá lugar na próxima segunda-feira, dia 18, às 18h30, e contará com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, e da Presidente da UniverScience, Claudie Haigneré.
Dividida em cinco grandes áreas, esta mostra tem a chancela da Cité des Sciences et de l´Industrie de La Vilette, Paris. O rigor científico dos conteúdos foi garantido pela supervisão de um grupo de especialistas em educação para a infância e adolescência que acompanharam a revisão da tradução dos textos originais.
Em Sexo... e então?!
Será que no amor vale tudo?
Nesta exposição, que também alerta para a questão da pedofilia, existe ainda uma área interdita aos adultos onde os mais novos poderão conhecer sem tabus o mapa do corpo masculino e feminino, aprender o que é uma erecção e saber a que se referem realmente as raparigas quando dizem que "Estão de bandeira vermelha".
Painéis explicativos mostram, através de ilustrações, como se faz sexo ou qual a função de cada contraceptivo.

Sexo... e então?! pode ser visitada até 28 de Agosto de 2011. Associada à exposição decorrerão actividades complementares, como debates, palestras e ateliês.
Mais informações em www.pavconhecimento.pt

Esperamos a sua visita!

JIA 2010

AIDSday

10.10.10.10

Um momento ÚNICO nas nossas vidas: no ano de 2010, no 10º mês (Outubro), dia 10, às 10 horas... 10. 10. 10. 10... ainda por cima domingo!!

Museu do Vale do Côa




18 (in)utilidades sobre mim:

1.Sou um curioso em História da Terra; 2. Não tenho medo de andar de avião; 3. Gosto de animais; 4. Sem despertador não acordo; 5. Tenho alergia a chocolate; 6.Digo que não sei cozinhar; 7. Não jogo na lotaria; 8. Sou a favor do sexo livre sem compromissos; 9. Não tenho cor favorita; 10. Adoro Musica; 11. Sou noctívago; 12. Odeio incompetência; 13. Não fui à tropa; 14. Nunca vi um jogo de futebol inteiro; 15. Não gosto de provar comida; 16. Detesto condutores de domingo; 17. Detesto sardinhas assadas; 18. Gosto de electrodomésticos do tipo:"é só carregar no botão e já está!".

Centenário da República - 2010

Latada Coimbra




Para qem possa interessar!!